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19 de nov. de 2009

Os 10 fatos mais bizarros da física

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A física é estranha, não há como negar. As partículas não existem se não como probabilidades, o tempo muda de acordo com a sua velocidade e gatos são considerados vivos e mortos simultaneamente até que você abra uma caixa. Aqui nós mostramos dez dos fatos mais esquisitos possíveis de se encontrar!

10. Se o sol fosse feito de bananas, seria tão quente quanto o normal

O sol é quente, como todo mundo já deve ter reparado. A temperatura do astro se deve ao seu assombroso peso de bilhões de bilhões de toneladas, que cria uma enorme gravidade, colocando o seu centro sob uma enorme pressão. Assim como uma bomba para encher pneus de bicicleta esquenta quando é pressionada, porque a pressão aumenta a temperatura. Enorme pressão leva a uma enorme temperatura.
Se, em vez de hidrogênio, o sol fosse feito de bilhões de toneladas de bananas e ficasse flutuando no espaço, ele criaria tanta pressão, e teria uma temperatura tão alta quanto o sol normal. A única diferença seria que o sol de bananas esfriaria rapidamente, pois o sol queima há bilhões de anos devido à fusão do hidrogênio.

9. Toda a matéria que forma toda a raça humana poderia caber em uma colherinha

Imagine que o núcleo de um átomo é do tamanho de uma laranja, então significa que os elétrons o estariam circulando a 20km de distância. Tudo o que há entre o núcleo e os elétrons é espaço vazio. Na realidade, os átomos são constituídos por 99.9999999999999% de espaços vazios. Se todos os átomos fossem colocados juntos, retirando todo o espaço entre eles, espremendo-os para que apenas a parte preenchida ficasse comprimida em um núcleo, uma única colher de chá de açúcar da massa resultante seria equivalente a aproximadamente dez vezes o peso de todos os humanos que existem atualmente.

8. Eventos do futuro podem afetar coisas que aconteceram no passado

As estranhezas do mundo quântico são bem documentadas: a luz, por exemplo, se comporta tanto como uma onda como uma partícula, sendo definida pela observação. Mas as coisas ficam ainda mais estranhas: de acordo com um experimento proposto pelo físico John Wheeler em 1978 e realizado em 2007, a observação de uma partícula pode afetar o que acontece com outra, no passado.
De acordo com o experimento da fenda dupla, se for observado por qual das duas fendas a luz passa, ela é forçada a se comportar como uma partícula. Já se ela é observada quando fica em uma tela por trás das fendas, ela se comporta como uma onda. Porém, se você observar a luz passando pela fenda e então observar o caminho feito por ela, ela será forçada a ter passado por um ou outro caminho. Em outras palavras, a causalidade funciona de trás para a frente, com o presente afetando o passado.
É claro que em laboratório este efeito funciona por minúsculas frações de segundo, mas Wheeler sugeriu que a luz de estrelas distantes que tenha curvado um poço gravitacional possa ser observada do mesmo modo.

7. Grande parte do universo está faltando

Existem provavelmente mais de 100 bilhões de galáxias em todo o universo. Cada uma dessas galáxias tem entre 10 milhões e um trilhão de estrelas. Nosso sol é uma estrela bem pequena e fraquinha perto das outras, e pesa muito menos que a maioria das outras estrelas do universo. Existe muita matéria visível no universo, mas isso só corresponde a aproximadamente 2% da sua massa total.
Nós sabemos que há mais por causa da gravidade: apesar da enorme quantidade de matéria visível, ela não chega perto de corresponder à força gravitacional que podemos observar sendo aplicada a outras galáxias. Além da massa que não sabemos onde está, existe a matéria escura, um tipo de matéria não explicada por cientistas, que se supõe que ela pesa aproximadamente seis vezes mais que a matéria comum do universo.
6. As coisas podem viajar mais rapidamente que a luz, e a luz nem sempre viaja muito rápido

A velocidade da luz no vácuo é uma constante: 300 mil quilômetros por segundo. Entretanto, a luz nem sempre viaja pelo vácuo: na água, por exemplo, os fótons viajam a aproximadamente 75% dessa velocidade. Em reatores nucleares, algumas partículas são forçadas a entrar em outras velocidades, muitas vezes uma fração da velocidade da luz. Se elas passam através de um meio isolante que diminui a luz, as partículas podem passar em uma velocidade superior à da luz.
Quando isso acontece, as partículas causam um brilho azulado chamado de “Radiação de Cherenkov”, que é comparável a uma espécie de explosão sônica, só que com luz. Este é o motivo pelo qual reatores nucleares brilham no escuro.
A velocidade mais baixa percorrida pela luz já registrada foi de 17 metros por segundo através de um recipiente de rubídio esfriado a uma temperatura próxima ao zero absoluto, equivalente a 273 graus negativos, temperatura em que um corpo não conteria energia nenhuma. A luz também já foi forçada a parar por uma força semelhante, mas já que ela não estava em movimento, não podemos considerar a menor velocidade em que ela já viajou.

5. Existe um número infinito de “eus” escrevendo isso, e um número infinito de “vocês” lendo

De acordo com o modelo atual de cosmologia, o universo observável é apenas um de um número infinito de universos que existem lado a lado, como bolhas de sabão em uma espuma cosmológica. Como eles são infinitos, todas as histórias possíveis já ocorreram, e são finitas, pois já houve um número de eventos com um número específico de resultados. O número é absurdamente gigantesco, mas é finito. Este exato evento em que escrevo estas palavras que você está lendo já aconteceu um número infinito de vezes.

4. Buracos negros não são negros

Os buracos negros são escuros, mas não são pretos. Eles brilham levemente, liberando luz visível. Esta radiação é chamada de “radiação de Hawking”, em homenagem a Stephen Hawking, que propôs a existência desta luz. Como os buracos negros constantemente liberam luz e assim perdem energia, eles tendem a eventualmente evaporarem se não encontrarem outro tipo de massa para sustentá-los, como gás inter-estelar ou luz.
Buracos negros menores emitem radiação mais rapidamente que aqueles de maior massa, então se o Grande Acelerador de Hádrons conseguir criar minúsculos buracos negros, os cientistas poderão observar a evaporação quase imediata destes fenômenos, além de observar como acontece o fim do buraco negro.

3. A descrição fundamental do universo não considera a existência de passado, presente ou futuro

Segundo a Teoria da Relatividade, o passado, presente e futuro não existem. A organização do tempo deste modo é relativa: eu tenho um, você tem outra, e outros planetas têm outra. A nossa é semelhante, mas não igual, porque nos movemos em velocidades semelhantes.
Se a nossa velocidade fosse diferente, descobriríamos que um de nós envelheceu mais rapidamente que a outra pessoa. Do mesmo modo, uma pessoa que ficasse próxima a um poço de gravidade como a Terra também envelheceria mais devagar que uma pessoa que não estivesse.

2. Uma partícula pode afetar outra do outro lado do universo, instantaneamente

Quando um elétron encontra um “gêmeo” de anti-matéria, um pósitron, os dois se aniquilam em uma pequena liberação de energia. Dois fótons são liberados a partir da explosão.
Partículas sub-atômicas como fótons e quarks têm uma qualidade chamada de “spin”, o que significa que parece que eles se comportam como se estivessem girando. Quando dois são criados ao mesmo tempo, a direção do spin de um deles tem que cancelar o outro, e cada um passa a girar em uma direção. Devido à imprevisibilidade do comportamento quântico, é impossível dizer qual irá girar no sentido horário e qual irá girar no sentido anti-horário, e até que o spin de algum seja observado, pode-se dizer que eles giram para os dois lados, simultaneamente.
Quando uma partícula deste tipo é observada, ela estará girando em algum dos dois sentidos, e, não importa para qual lado ela vá, a sua “gêmea” começará a girar para o lado oposto instantaneamente, mesmo que isso ocorra do outro lado do universo. Este fenômeno foi demonstrado por cientistas, que mostraram o acontecimento a diversos quilômetros de distância de um laboratório, não do outro lado do universo.

1. Quanto mais rápido você se move, mais pesado você fica

Se você correr bem rápido, irá ficar mais pesado. Não permanentemente, então não desista da sua dieta e exercícios, mas momentaneamente. A velocidade da luz é a velocidade-limite do universo, então se algo viaja em uma velocidade próxima à da luz e você dá uma forcinha para ela ir mais rápido, essa energia tem que ir para algum lugar: para a massa. De acordo com a Teoria da Relatividade, a massa e a energia são equivalentes, o que significa que, quanto mais energia é colocada em um coisa, maior fica a massa.
Isso não se aplica em velocidades humanas. Usain Bolt, o homem mais rápido do mundo, não tem uma mudança significativa na sua massa enquanto corre, mas em velocidades próximas à da luz, a massa passa a aumentar rapidamente.
Fonte: Telegraph

25 de out. de 2009

O Projeto Montauk - Segunda e última parte

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EL: Me fale mais sobre o seu envolvimento no Projeto Montauk?

AP: Eu fiz parte de um programa derivado do Projeto Montauk, chamado de cadeira Montauk. Basicamente a cadeira Montauk foi desenvolvida para conduzir o ser humano e a sua alma ao ponto zero de referência para facilitar a viagem no tempo. O que a cadeira basicamente fazia era separar a mente do corpo. Os operadores da cadeira pensavam e a energia vibracional aumentava, tendo uma proteção ao se olhar para as antenas, que ficavam sobre a cadeira, de onde a energia era enviada para o computador, e novamente para um processador, e então era amplificada várias centenas de vezes. A informação era enviada para uma rede de cristais de energia livre organizados num círculo. Então, qualquer um dos pensamentos eram amplificados e num período de tempo, um buraco abria-se no quarto. O buraco tinha entre 5 á 6 metros de largura e grande o suficiente para se passar um caminhão através. Em Camp Hero, Montauk, o local representa um ponto de referência de biorritmos da terra e neste ponto da terra é aonde a viagem no tempo é mais facilmente executada, quando a terra é o ponto de origem.
 Meu papel no projeto da cadeira montauk era para utilizar meus dons de visualizações, para focalizar meus pensamentos em pontos específicos de épocas da história, que foram determinadas para mim. A cadeira era conectada a um sofisticado sistema de computador e amplificava o pensamento, de modo que quando um pensamento ou época no tempo era visualizada, o computador simulava um portal do tempo baseado neste período de tempo. Uma série de portais do tempo foram feitos, até que uma coleção de períodos do tempo e portais, foram se acumulando.
A cadeira também era utilizada, para aumentar extremamente a visualização dos pensamentos, para se criar materializações na terceira dimensão baseados nos pensamentos dos operadores. Preston Nichols escreveu vários livros sobre o Projeto Montauk e descreveu um incidente em que Duncam Cameron criou um monstro na época que operava a cadeira Montauk.
Uma certa missão de viagem no tempo foi chamada de Projeto Cruzeiro do Sul. Esta missão foi empreendida para vencer a segunda guerra mundial a favor dos aliados. O quê o governo dos E.U.A fez foi usar a viagem no tempo para voltar na época de 1940 para nos ajudar a ganhar a guerra. Nós cederíamos aparelhos de comunicações, armas e tecnologias de componentes fabricados na década de 1940s. Estes aparelhos seriam entregues na década de 40 juntamente com uns desenhos sobre como fabricá-los usando peças da década de 40. Eu participei de algumas dessas entregas, e uma vez, eu fui enviado para a Alemanha e em outra ocasião para a Inglaterra. Não me foi permitido falar com qualquer pessoa, exceto, entregar meu pacote e
retornar rapidamente para nossa época. E isto tudo foi feito sob uma profunda programação hipnótica, e dessa forma, eu não tive muita liberdade para explorar. Eu tinha gasto não mais do que duas horas nestas entregas.

EL: Você se lembra de algum dia ter encontrado ou visto algum
extraterrestre?


AP: Eu acredito que o Departamento da Marinha firmou algum acordo com os alienígenas Cinzentos/greys, para trocar tecnologias entre mulheres e crianças, na condução de experiências de fertilização. Isso é o que está acontecendo agora numa base subterrânea perto de Miami/Flórida. Umas das minhas lembranças mais perturbadoras é ter sido levado por um corredor nesse laboratório subterrâneo e ter visto jaulas eletrificadas com mulheres e crianças gritando por socorro. Eu vi os aliens Greys( 4 pés de altura com grandes olhos negros) e também seres répteis com 7 pés de altura em algumas de minhas experiências. Me disseram que eu tive muitas crianças de experimentos alienígenas e que eu também fui abduzido pelos greys.
Em uma ocasião eu fui apresentado na época a um ser reptiliano em uma base subterrânea no ano de 1989-1990. De início eu vi um ser ariano de 7 pés de altura com aparência humana.. Ele caminhou em minha direção e sua imagem ficou embassada como se algo interferisse com a sua energia. Ele fez alguma coisa no
dispositivo do seu cinto e me chamou, “Ok, eu ti mostro.” Ele então apertou algum botão no seu cinto e então eu vi sua imagem mudando para uma criatura tipo lagarto da altura de 7 pés que parecia pesar em torno de 400 lb/200 kg.  Eu fui apresentado a um grupo de seres que se diziam ser de um sub-grupo do Illuminatti. O grupo era formado por uns 40 à 50 homens, todos com 1 m e 85cm de altura ou mais, brancos e de uma idade indeterminada, em média 70 anos, mas eu acho que eles eram mais velhos, considerando a tecnologia que eles tinham acesso.
Eles se reuniam numa sala de reunião que eu acho que era numa base subterrânea, talvez Camp Hero, Montauk. Eles se sentaram em volta de uma mesa de madeira no formato de uma bola de futebol Americano. Cada cadeira tinha uma luz em cima e tinha um tipo de monitor de TV e um controle que saía da mesa.
Também tinha uma tela enorme localizada na parte da frente da sala. Eu tenho razões para acreditar que nem todos os Illuminatis são humanos, mas que na verdade são seres alienígenas com aparência humana.

EL: Quem você acha que são os grupos ou pessoas que comandam
o show nos E.U.A ou até mesmo na terra? Como os alienígenas se
encaixam em tudo isto?


AP: Isto é muito complicado, mas basicamente existe 4 versões ou grupos na N.W.O, todos com programação variadas. O primeiro grupo engloba os ( E.U.A e Europa Ocidental, Ex: Inglaterra, Alemanha e França). O segundo grupo engloba Europa Ocidental e Oriental e os E.U.A. O terceiro grupo é de países do oriente, e o quarto é da Arábia Saudita Ocidental e todo o dinheiro do petróleo. Também tem os grupos de fora do mundo ( alienígenas do tipo nazista, futuros humanos chamados de Zardanianos, Reptilianos, Greys e Draconianos) que também tem um pé no plano da N.W.O. Por enquanto, os grupos europeus e ingleses de
dinheiro velho, juntos com as facções nazistas remanescentes Judias e Americanos que formam o grupo que sempre foi conhecido e associado como Illuminati e ligados a facções secretas. Esse enorme grupo internacional controla a mídia, força policial, militares, etc. O Illuminati também faz parte do plano da N.W.O que inclui membros como George Bush, Principe Charlies e outras pessoas importantes.Quanto aos alienígenas, acho que a maioria dos aliens Greys estão sob a autoridade ou colaboração dos Reptilianos Draconianos com os Illuminatis, baseado em algumas de minhas experiências e memórias que ainda estão retornando a mim. Alguns destes grupos dos Greys estão em conflito com a agenda dos Reptilianos Dracos, que vem realizando suas próprias ações (programas de hibridização humano/Grey), assim dizendo. Eles planejam entrar na densa matéria espiritual querendo obter um corpo emocional e uma habilidade para ascender para dimensões mais elevadas. Eles estão usando humanos para executar esta via entre híbridos
humanos/aliens. Mas os humanos possuem a chave em termos de terem uma essência trina ou unidade de existência, física, emocional e espiritual. Outros alienígenas perderam esta unidade de existência (porquê eles perderam a graça de deus), logo eles perderam sua ascendência para dimensões superiores ou evoluir
para níveis mais altos. Isto retorna para a original rebelião Luciferiana, de anjos decaídos e dos vários conflitos entre espécies.

EL: Quando você começou a se lembrar de suas memórias? Como
você conseguiu ou consegue interferir na programação por eles
instalada?



AP: Algumas das minhas primeiras memórias surgiram na época que eu estava morando com um companheiro de quarto em Atlanta, Geórgia em 1996. Nós fomos a um boliche e eu tive uma
visão com a forma de um homem vestido como um rinoceronte, com os dizeres “Jogue boliche com bolas Rinoceronte”. Isso me lembrou que Rinoceronte era o nome que os meus manipuladores nazistas me chamavam. O meu companheiro de quarto me ouviu dizer “eu sou Rinoceronte e eles me chamaram de Rinoceronte”. Ele se emocionou e me perguntou, “onde você escutou isso” e ele parecia sério e me perguntou. Pela sua reação eu mais tarde compreendi que ele tinha sido um dos meus programadores e
manipuladores. A primeira lembrança, qu  fez com que eu me lembrasse de estar sendo eletrocutado e estar gritando de dor, em uma das minhas numerosas sessões de tortura. Então depois desta primeira recordação, outras recordações começaram a surgir. Foi como se a minha mente estivesse abarrotada e as memórias
subconscientes estivessem acontecendo. Meus programadores de controle da mente deliberadamente bloquearam minhas memórias para que eu não me lembrasse. Quando eu, pouco a pouco, comecei a me lembrar, eu escrevia anotações para eu mesmo e as escondia. Então eu encontrava as minhas anotações, depois de ter esquecido tudo, porque o meu companheiro de quarto começava a perceber que eu começava a me lembrar de tudo. Aí ele repetidamente me colocava em transe , apagava minha memória e eu esquecia tudo que eu tinha acabado de me lembrar até então, mas tudo desmoronou, porque eu deliberadamente
escondia as anotações e fingia para meu companheiro de quarto que não sabia de nada. Eu pensava que ele era um amigo, mas ele era simplesmente outro controlador e manipulador que queria me manter no programa. Eu me lembro que eu não conseguia me lembrar dos meus sonhos durante 10 anos. Mas agora eu consigo
me lembrar. Eu estou purificando meu corpo, limpando a minha mente e conseguindo minhas habilidades de volta.

EL: Como eles fazem para manter o controle total sobre as pessoas
que estavam e ainda estão em projetos de controle da mente?


AP: A essência das táticas de controles deles, é de separar a mente na época da juventude. Isto acarreta um processo de trauma, tortura, degradação e humilhação da pessoa. O processo é diferente para cada pessoa, mas em essência, eles surtem efeito na sua mente subconsciente, descobrindo aquilo que é a sua principal parte pessoal. Eles então basicamente usam isto contra você para torná-lo submisso e quebrar a sua resistência. O que acontece é que um indivíduo que tem habilidades mentais especiais é selecionado cedo ( muitas vezes eles são de famílias de militares ou de multi gerações de famílias, abusadas por rituais satânicos). Então, eles estão sujeitos a várias etapas de terror e horror para separá-los das suas próprias mentes. Isto é um processo de progressiva dissociação e compartimentalização da mente e da personalidade. Eles controlam a sua mente através de várias complicadas técnicas de comandos e técnicas de hipnose, até eles
criarem o perfeito candidato Manchuriano.( veja a narração de Greenbaum por D.C. Hammond). Eles programam você para fazer alguma coisa, então apagam sua memória. Basicamente eles programam sua mente, como se isto fosse um computador. Uma vez que eles instalam uma palavra mágica, e tudo o que eles tem a fazer é dizer essa palavra e você está sobre o controle deles. Isto acontece numa idade prematura, assim fica fácil para eles lhe controlarem, se vocês estiverem condicionados e dissociados dentro de várias personalidades.
Outro método de controle da mente é aquele em que eles enviam uma pessoa especial em sua vida, treinadores e manipuladores, que se mostram como seus amigos, professores, “desprogramadores”, companheiros de quarto, namoradas, etc.Que estão atualmente trabalhando para os projetos de controle
da mente. Alguns estão trabalhando inconscientemente, e não sabem até mesmo que estão sendo usados de uma certa maneira. Isso faz com que seja difícil de se confiar em qualquer pessoa.

EL:  Existe mais alguma coisa que você possa falar sobre estes
projetos ou aconselhar outros que tiveram passado através de
experiência parecida e como eles próprios podem ficar livres destas
influências?


AP: Para aqueles que querem ficar longe da influência dos programas de controle da mente, você deve ter um forte instinto de guerreiro para fazer o que é certo, sem ligar para que os outros estão fazendo. Sua única prisão é a primeira que você constrói para você mesmo. Você deve se conectar com seu eu superior
para quebrar o mal que está ao redor de nós e não sujeitar-se a fazer a maldade, justamente porque os outros vem fazendo. Mantenha seu fundamental juízo do que é certo e errado. Isto tudo retorna para o básico conflito entre o bem e o mal. Isto é como as forças negras no poder do planeta que tentam penetrar
no paraíso ou para dimensões superiores.

O Projeto Montauk - Primeira parte

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Post de Domingo, separado em duas partes, pois é muito grande. :)

Esta é uma entrevista de um homem chamado Andy Pero, sobrevivente de um programa de controle mental ligado diretamente ao Projeto Montauk, que tem atividades no campo da relatividade e física quântica. O objetivo deste programa era de criar um super soldado com habilidades psiônicas (psíquicas).

Andy Pero, involuntariamente se sujeitou à um programa de controle de mente derivado do Projeto Monarch, Pero alega ter sido criado através de uma cominação manipulação genética, que resultou em habilidades psiônicas sobre humanas. Além disto ele alegou ter sido usado inconscientemente em um assassinato secreto à um Candidato Manchuriano, e também, em missões secretas ligadas ao projeto Montauk, assim como em viagens no tempo.

Andy Pero esteve em publico pela primeira vez em 1988 contando sua história.

EL: De onde você é originalmente e quando que seu treinamento
começou?


AP: Eu nasci em Fallon, Nevada, em Novembro de 1969. Meu pai foi um tenente na base aérea Naval de Fallon, naquela época. Eu acredito que minha primeira experiência começou no tempo que
eu estava com dois anos e meio de idade. Quando eu tinha cinco anos de idade, minha família morava em Munich, Alemanha e eu me lembro de ter freqüentados dois jardins de infância diferentes
na Alemanha, a primeira era perto da base militar de tropas do exército de McGraw, e a outra classe de jardim de infância era em inglês. Eu tenho visões de memórias de sessões de tortura de quando eu tinha 2 anos de idade, em que eu fui sujeito a tratamentos de choque, com agulhas introduzidas nos meus ouvidos e genitália. O que eles os controladores/manipuladores faziam, era usar o trauma ao extremo para separar a mente do corpo. Eles faziam isto para desmembrar minha mente em várias partes, para que futuramente pudesse ser programada, para fazer coisas como proezas de um super-homem. Basicamente eles disconectavam todos os impulsos normais de um cérebro humano, como emoções e tudo o mais que basicamente estivesse existindo, e então, reprogramavam uma nova unidade. Eles faziam isto para remover todo o medo, de forma que quando eles programassem novas habilidades, você não teria mais este instinto, e Pero respondeu “mas eu não posso, eu estou com medo...”. Eles programaram você para fazer, e não para pensar”. Em essência, eles manejavam e programavam sua mente como se isto fosse um computador.

EL:  Quem são as pessoas que lideram esses programas secretos,
como o Monarch e o Projeto Montauk e onde que eles executam
essas atividades?


AP: Nosso próprio governo. Um de meus manipuladores que tentou fazer lavagem cerebral em mim, tentando fazer com que eu acreditasse que ele fosse meu pai era simplesmente um nazista. Eu coloquei seu apelido de Adolph, porque ele tinha uma aparência ariana.  Depois da segunda guerra mundial muitos cientistas nazistas foram trazidos para os E.U.A, através de nossa própria agência de inteligência, que em tempos passados trabalharam em pesquisas de controle da mente nos campos de concentração. Eu acredito que eles sejam, um grupo de remanescentes nazistas, que trabalham em conjunto com diferentes departamentos do governo dos E.U.A e com os militares.
Muitos de meus treinamentos e sessões de tortura, foram feitos, na Universidade de Rochester, Nova York. Eles me levavam para um quarto particular, no sótão ou para o andar superior da biblioteca. O laboratório aonde foram realizadas a maioria das programações a que eu fui submetido, foram na Base Aérea Nacional de Roma, Nova York. E eu também fui usado na época, na cadeira Montauk em Camp Hero, Montauk, L.I e também na cadeira em Atlanta, Ga, na base da força aérea Dobbins.
A instalação de Montauk, localizada em Camp Hero, L.I, foi reaberta pelo departamento da Marinha e está atualmente ativa. Basicamente, essas bases subterrâneas estão localizadas no país inteiro. E cada uma tem uma finalidade e especialidade distinta. Existe uma instalação em Rochester, NY, Paramus, NJ, em Atlanta,
Ga, Base da força Aérea Dobbins, e em Camp Hero, montauk, L.I e muitas outras.
No Paramus, NJ, está localizada uma instalação aonde eles fazem muitos programas sexuais, com agentes femininas. A maior parte delas, 99% são agentes femininas involuntárias que foram destacadas para vários projetos de controle da mente e que estão sendo enviadas para serem promovidas há alguns destes projetos.

EL: O que foram algumas das coisas que os programadores de
controle de mente fizeram você fazer?


AP: Eu me lembro que minha mãe me matriculou no curso Silva de controle da Mente, quando eu estava com 10 anos. Isto é uma espécie de auto hipnose aonde você estuda para atingir níveis diferentes da sua mente, para fazer auto cura, relaxamento, visualização, entortar colheres com a força da mente, coisas deste tipo. Esta época foi também, quando eu presenciei dois militares estranhos que me visitavam periodicamente durante minha infância, especialmente nos eventos esportivos. Eu fiz de maneira extremamente excepcional o curso Silva de controle da mente (e os esportes), tanto que os dois militares me disseram, “Eu fiquei sabendo que você tem umas habilidades muito especiais”. Um dia você irá trabalhar para nós. Na época eu não compreendi, mas mais tarde, os dois homens foram muito importantes nos treinamentos que eu tive, até a minha época da universidade. Logicamente eu não compreendi isso até que a minha memória retornou. Eu fui muito bem nos esportes e meu QI era de gênio, mas eu gaguejava muito até os meus vinte anos, tanto que todo mundo pensava que eu fosse meio retardado. A gagueira foi devido a todos os tratamentos de choques elétricos. Eu me lembro de ter sido submetido a muitos choques elétricos tendo sido colocado num tanque d’água e obrigado a respirar debaixo d água. Conseqüentemente eu afoguei várias vezes erevivi, por causa da auto cura criada na minha mente. Eu aprendi a criar meu próprio laboratório mental através do curso Silva de
controle da mente, cheio de uma super potente cura que poderia curar qualquer dano. Eu fui forçado a suportar coisas além de feitos de força e sobrevivência sobre humanas possíveis de serem atingidas.

EL: Me fale mais sobre as várias habilidades super humanas que
você descobriu ter?


AP: Os manipuladores me puseram em um estado de transe onde eu seria instruído a pular para fora de uma escada de baixa altura. Na minha mente, eu pensava que estava somente pulando de uma banqueta ou algo de baixa altura. Na realidade, eu estava progressivamente sendo direcionado a pular de alturas cada vez mais altas até o ponto em que eu poderia pular de edifícios e até mesmo de aviões sem pára-quedas.
Quando eu estava subordinado ao controle da mente, eu poderia fazer qualquer coisa que me fosse ordenado, desde que eu acreditasse nelas. Eu poderia fazer 200 ou mais flexões sem problema, algumas vezes durante meia hora ou até que me mandassem parar. Eu era capaz de levantar um haltere de 272kg, e fazer agachamentos quando eu estava na universidade, entre (250-750kg), enquanto eu estava sob o treinamento do controle da mente em um laboratório perto de Rochester, NY.  Nos meus saltos eu caía como um gato, calmo e relaxado, sem medo, me concentrando como um lazer na aterrizagem.

EL: Existem outros como você próprio que tiveram treinamentos e
experiências parecidas?


Eu acho que existam milhares de outras pessoas e crianças que foram usadas e muitas delas desapareceram. Muitas morreram durante o processo. Eles foram considerados descartáveis. Alguns que sobreviveram aos muitos programas rigorosos ficaram conhecidos como os garotos de Montauk. Duncan Cameron é uma dessas pessoas. Geralmente os garotos e rapazes são treinados para serem mensageiros assassinos e super soldados e até mesmo psiônicos matadores. As mulheres são usadas geralmente como agentes sexuais. A história de Cathy O’Brien’s é um exemplo.

EL: Que tipos de missões especiais ou experimentos de viagem no
tempo que você se lembra de ter participado?


AP: Existiam épocas que eu me lembro de ter estado num pequeno aeroporto em Rochester, sendo apanhado por um avião de guerra F-16 e tendo ido para um deserto numa área do sudoeste para treinamento militar ou percurso de obstáculos ou missões de assassinatos. Eu me lembro de ter visto outros homens com camisetas negras e calças, no mesmo curso de treinamento. Outras vezes eu me vi num porta aviões no mar. Depois das missões eles me levavam de volta para a universidade. Eu não me lembrava de nada que tinha acontecido durante horas ou dias. Todas essas missões foram realizadas quando eu tinha 15 anos de idade e entre 1988 e 1992 sob um profundo programa hipnótico, onde eles apagaram minhas memórias ou até que
minha memória começasse a voltar.
Me foi ensinado também, manusear vários tipos de armas, carregando e limpando cada modelo com suas próprias características especiais e atirando exatamente nos alvos repetidamente e perfeitamente, sem pensar, exatamente fazendo.

20 de out. de 2009

Energia transmitida sem fio

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Estava eu navegando pelo orkut agora pouco e vejo uma notícia um tanto quanto estranha: Cientistas conseguem transmitir eletricidade sem fio;
Foi aí que pensei nas coitadas das pessoas que leram isso e falaram coisas do tipo: "Que maximo", "Onde esse mundo vai parar?", "Quanta tecnologia", etc. Mas o que essas pessoas não sabem, é que essa tecnologia ja foi inventada no ano de 1894 por nosso amigo Nikola Tesla, pois é, neste ano ele conseguiu acender uma lâmpada sem nenhum cabo de energia, usando é claro, um processo chamado "Indução Eletrodinâmica".

Em 1988, um grupo de estudos liderado por John Boys construiu o primeiro protótipo de fonte de alimentação que dispensava contato físico com os equipamentos alimentados. A tecnologia foi patenteada então pela empresa da universidade onde foi criada. Em 2008, a Intel conseguiu reproduzir os modelos de Tesla e do grupo de John Boys, acendendo uma lâmpada sem a utilização de fios, com luminosidade satisfatória.

É claro que esses cientistas sabiam da existência desta tecnologia já, mas não sabiam como usa-la, até a pouco tempo.

Por mais que a noticia que eu li ja esteja velha (2007), muita gente não sabia da existência desta tecnologia de transmissão de energia sem fios.

Abaixo segue os links das reportagens oficiais:

BBCBrasil.com -> http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2007/06/070608_eletricidadesemfio_ac.shtml

Baixaki Artigos -> http://www.baixaki.com.br/info/2455-energia-eletrica-sem-fio.htm

É isso ai, comentem :)
abraços.

Nikola Tesla

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Um MEGA Post pra vocês, com quase tudo sobre Tesla :)

Juventude

Nikola Tesla nasceu em 9 de julho de 1856, na vila de Smiljan, na Croácia,
exatamente à meia noite. Desde o início de sua infância, ficou claro que Tesla
era uma mente extraordinária. Seu pai, Milutin Tesla, o ajudou a fortalecer sua
memória e raciocínio através de uma grande variedade de constantes
exercícios mentais. Sua mãe, Djouka Tesla, vinha de uma longa linhagem de
inventores, e ela própria criava várias ferramentas para costura e outras tarefas
que desempenhava em casa.

Tesla possuía um irmão mais velho, Dane, quem ele considerava seu superior
em todas as coisas. Quanto Nikola tinha cinco anos, sentia inveja do cavalo
branco de seu irmão, sendo proibido por seu pai de montar, devido à sua
idade. Certo dia, Nikola usou uma zarabatana para atirar uma semente no
cavalo enquanto seu irmão montava. Dane foi atirado para trás e morreu logo
após. O sentimento de culpa que ele sentiu por esta tragédia perseguiu Tesla
por toda a sua vida, e não importa o quão grandes fossem suas descobertas,
ele sempre acreditou que Dane poderia ter feito melhor.

Durante sua infância, Tesla adoeceu repetidamente. Ele sofria particularmente
de um mal no qual flashes cegantes de luz apareciam diante de seus olhos,
frequentemente acompanhados de alucinações. Na maioria dos casos, as
visões eram ligadas a uma palavra ou item que ele poderia vir a encontrar no
futuro, simplesmente ao ouvir o nome do item, ele involuntariamente o
visualisava em perfeitos detalhes. Os flashes e imagens causavam grande
desconforto a Tesla, e quando ele atingiu sua adolescência, aprendeu a
reprimi-los exceto em certos casos de stress. Quando eles ocorriam, tinham
uma natureza que poderia ser descrita como psicótica.

Em certo caso, Tesla tentou nadar por debaixo de uma estrutura que se
estendia além do que ele havia imaginado. Encontrando-se aprisionado
debaixo d'água, sem sinal da superfície, uma flash apareceu e com ele Tesla
viu uma pequena abertura levando a um bolsão de ar. Sua visão estava
correta, e sua estranha doença o salvou de um afogamento certo. Na ocasião
da morte de seus pais, Tesla afirmou ter tido uma permonição detalhada de
ambos os acontecimentos. Mais tarde, ele se vangloriava ao poder transmitir
mentalmente uma imagem a uma pessoa em outra sala.

Logo após sua formatura do colegial, Tesla sofreu um devastador ataque de
cólera e esteve perto da morte. Ele ficou de cama por nove meses, e os
médicos anunciaram que ele não viveria por muito mais tempo. Tesla ocupava
sua mente ainda ativa lendo tudo o que era capaz, quando ele encontrou um
novo tipo de literatura: "Innocents Abroad", de Mark Twain. Tesla foi tão
cativado pelo humor e humanidade contidos no livro deste autor americano que
teve uma súbita e miraculosa recuperação logo após. Anos mais tarde, nos
Estados Unidos, Tesla encontrou Samuel Clemens e pôde agradecê-lo por salvar sua vida.
Clemens acabou se tornando um dos poucos amigos pessoais
de Tesla.

Tesla passou por outro trauma debilitante poucos anos depois de sua
recuperação da cólera. Desta vez, a natureza da doença e suas causas eram
um completo mistério. Os sentidos físicos de Tesla, que sempre haviam sido
excepcionalmente aguçados, inexplicavelmente tornaram-se hipersensíveis,
paralizando-o com uma superabundância de sensações. O tic-tac de um
relógio de pulso era-lhe ensurdecedor, mesmo a vários quartos de distância.
Ele teve de ter almofadas de borracha inseridas nos pés de sua cama para
aliviar as vibrações de quem passava por fora, que lhe pareciam como um
terremoto. A exposição à luz era-lhe excruciante, não somente a seus olhos,
mas também a sua pele. Após um tempo, a condição hipersensível retornou ao
seu normal conferindo-lhe um insight que lhe permitiu inventar o motor de
corrente alternada.

As dificuldades fisiológicas e emocionais de Tesla sem dúvida contribuíram
para que ele se tornasse a pessoa singular que ele era: um homem de mente
brilhante, e um igual nível de excentricidade. Tesla abominava o contato físico
com outras pessoas, com uma aversão especial a tocar o cabelo. Para evitar
um aperto de mãos, ele mentia dizendo que havia acidentado suas mãos em
um laboratório. Ele aparentemente nunca teve um par romântico ou uma
relação amorosa de qualquer tipo. Uma mulher que passou a cortejá-lo certa
vez tentou beijá-lo, fazendo com que ele saísse correndo em agonia. Ainda
assim, Tesla exibia uma clara apreciação pela beleza feminina, ao exigir que
suas secretárias se conformassem com um padrão pessoal de vestimentas e
corpo. Suas empregadas mulheres eram proibidas de usarem pérolas, que ele,
por alguma razão, considerava horrívelmente repugnantes.

Outros comportamentos de Tesla pareciam enquadrar-se em casos de uma
disordem obcessiva-compulsiva. Ele fazia com que qualquer atitude repetitiva
que ele fizesse em seu dia a dia (como os seus passos, por exemplo), fosse
divisível por três, e continuaria repetindo-as até que chegasse em um total
aceitável. Quantidades de vinte e sete eram as suas prediletas, uma vez que
este é três ao cubo. Tesla também era compelido a calcular exatamente o peso
de sua comida antes de ingerí-la, o que envolvia medir suas porções de comida
com uma régua e mergulhar pedaços na água para determinar quantos
centímetros cúbicos eles possuíam. Ele gostava especialmente de bolachas de
sal por causa da uniformidade de volume que elas apresentam. Muitas vezes,
no calor de um grande projeto, Tesla esquecia-se de comer completamente, e
trabalhava por dias sem dormir. A certa altura, sua devoção ao laboratório lhe
causou tal stress que ele se esqueceu de quem era por vários dias.

Tesla assumia que só tornara-se um inventor ao atingir a maturidade. Ele
descontava seus anos de infância e adolescência como uma época de
impulsos indisciplinados, completamente fora de foco. Porém, ele chegou a
inventar uma série de mecanismos quando criança. O primeiro foi um simples
mecanismo com uma linha e gancho para pegar sapos. Todos os seus amigos
o imitaram e, de fato, a invenção funcionava tão bem que a população local de
sapos foi quase totalmente erradicada. Ele também construiu um moinho a
água em miniatura aonde a roda era impulsionada sem pás.

Em sua juventude, Tesla criou uma máquina movida a insetos voadores. Ele os
grudava às pás de um mecanismo e estes, ao tentarem sair, moviam o
mecanismo. Esta invenção foi especialmente bem sucedida porque os insetos
escolhidos não paravam de tentar escapar até que tivessem morrido todos,
assim movendo o mecanismo por horas a fio. Tudo correu bem até que uma
outra criança, filho de um soldado Austríaco aposentado, veio e comeu a
maioria dos insetos vivos. Após presenciar este espetáculo, Tesla adicionou à
sua lista de idiossincrasias o fato que ele nunca mais tocou em qualquer inseto.

A Corrente Alternada

Tesla iniciou sua educação superior no instituto politécnico de Graz,
perseguindo o estudo no tópico que mais o fascinava: eletricidade. Ele havia se
formado com boas notas no colegial, mas sua dificuldade ao desenhar o
impediu de se exaltar nos cursos técnicos. Na faculdade, porém, ele pôde
focalizar seus esforços naquilo que ele era melhor.

Ele estudava febrilmente, quase durante todo o dia, em uma rotina que ia das
3:00 da manhã às 11:00 da noite todos os dias. Ele pretendia impressionar
seus pais, com suas conquistas na faculdade, em parte porque seu pai estava
relutante em deixá-lo ir à faculdade, desejando que ele o seguisse no serviço
clerical. Tesla, porém, sonhava em ir para a américa e conhecer Thomas
Edison, de modo que eles pudessem unir forças e revolucionar o mundo.

Tesla era um aluno extraordinário que, por vezes, irritava seus professores,
questionando o status quo tecnológico com um insight que por muito superava
o de seus instrutores. Ele se rebelava especialmente contra a idéia que a
corrente contínua era o único meio de distribuir energia elétrica. Era claro para
ele que a corrente contínua era ineficiente e incapaz de transmitir energia a
longas distâncias, e certamente deveria haver um outro método. A idéia da
corrente alternada era tida pela comunidade científica com desdén, em muitos
aspectos como a fusão a frio é hoje. Simplesmente ao mencionar a AC Tesla
trazia um sorrizo sarcástico ao seus ouvintes em suas palestras. Isso, porém,
nunca o desencorajou a ponto de fazê-lo abandonar este enigma tão
envolvente.

Durante seu curso superior, seu pai teve um ataque cardíaco e Nikola volto
para casa. Seu pai morreu logo após. Tesla nunca retornou à escola
politécnica. Sem dinheiro para financiar sua instrução, Tesla tornou-se um
operador de telégrafo. Tesla desesperou-se por sua educação interrompida
mas continuou com seu sonho em ir à américa e tornar-se um pioneiro na
energia elétrica.

Foi nesta ocasião que Tesla passou por seu período de hipersensibilidade, que
o reduziu a um inválido. Considerando a depressão pela qual ele estava
passando, é quase certo que este mal teve uma origem psicossomática.
Qualquer que seja sua causa, porém, ele recuperou-se armado com uma poderosa nova visão, de como a corrente alternada finalmente poderia ser  atingida.

Seu grande salto mental foi este: Duas bobinas, posicionadas em ângulo reto e
alimentadas com uma corrente alternada com noventa graus de fase entre sí
poderiam fazer um campo magnético girar, sem a necessidade do comutador
utilizado em motores de corrente contínua. Tesla sabia que isto iria funcionar.
Construir o aparato em sua mente e fazê-lo funcionar já lhe dava prova
suficiente.

Este era o método de Tesla para desenvolver invenções através de toda a sua
carreira: sem cadernos, diários ou protótipos. Sua propensão em transformar
idéias em visualizações concretas que o havia transtornado durante sua
juventude havia finalmente se voltado a seu favor. Ele acreditava que sua
técnica era não somente válida, mas de fato superior à prática comum de
escrever tudo no papel e realizar tentativas repetidas. "No momento em que
uma pessoa constrói um aparelho para levar a cabo uma idéia crua, ela se
encontra inevitavelmente envolvida com os detalhes deste aparelho", Tesla
escreveu em sua autobiografia. "Conforme ele procede em tentar melhorar e
reconstruir o aparelho, sua força de concentração diminui e ele perde de vista o
Grande Propósito"

Tesla, agora, possuía a resposta, mas o problema em colocá-la em prática
permanecia. Em 1882, ele arrumou um emprego na Companhia Continental
Edison em Paris, distinguindo-se como um bom engenheiro. Dois anos mais
tarde, viajou à Nova York para conhecer o presidente da companhia: o próprio
Thomas Edison.

Este encontro não foi harmônico e mental como Tesla havia sonhado. Edison o
observou com desdén, e certamente não tinha a menos intenção em colaborar
com qualquer esquema AC. Edison via AC como um sonho impossível na
melhor das hipóteses, ou, na pior, uma ameaça a seu império DC.

Tesla tentou tirar o melhor proveito possível da situação ao prometer para
Edison que ele poderia levar a tecnologia DC existente até seu mais alto nível
possível. Ele prometeu aumentar a eficiência de dínamos em  25% em dois
meses. Céptico, Edison disse a Tesla que se ele assim conseguisse, ele lhe
pagaria cinquenta mil dólares.

Exercendo um esforço massivo, virtualmente sem paradas, Tesla conseguiu
cumprir com a promessa, melhorando os dínamos por uma margem até mesmo
maior do que a prometida a Edison. Mas, quando pediu por seus cinquenta mil
dólares, Edison recusou-se a honrar o acordo, dizendo que estava apenas
brincando. Irado, Tesla demitiu-se e nunca mais trabalhou com Edison.

Tesla foi logo abordado por um grupo de investidores que desejavam vender a
lâmpada de arco que ele havia inventado. Assim, nasceu a Companhia Elétrica
Tesla. Tesla estava ansioso por esta oportunidade de trazer a corrente
alternada ao mundo, mas seus investidores nada queriam com ela. Assim,
Tesla foi rejeitado pela companhia que tinha seu próprio nome.

Esta empresa logo entrou em dificuldades e suas ações rapidamente perderam
o valor, deixando Tesla falido, e sem seus direitos sobre a lâmpada de arco.
Quebrado, uma das mentes mais brilhantes do mundo foi reduzido a trabalhos
braçais ganhando um dólar por dia. Ele planejou cometer suicídio no seu
trigésimo aniversário, à meia noite em ponto.

Antes que isso ocorresse, porém, A. K. Brown da Western Union soube da
situação de Tesla. Brown, determinado a devolver o gênio a seu lugar no
mundo, ofereceu-lhe um laboratório próprio, e a chance de pesquisar a
corrente alternada.

Salvo, Tesla imediatamente começou a trabalhar em seu dínamo AC.
Finalmente, ele funcionou exatamente como tinha funcionado todos estes anos
dentro de sua mente. Tesla demonstrou sua invenção ao público, e logo
tornou-se a sensação da comunidade engenheira.

Dentre os convertidos por suas palestras à  corrente alternada, estava George
Westinghouse, quem negociou com Tesla a fabricação dos dínamos. A
primeira aplicação desta tecnologia: As cataratas do Niagara. Westinghouse
venceu a concorrência para a utilização do Niagara, oferecendo metade do que
Edison ofereceu para a instalação de um sistema DC. Em 1895, O sistema de
energia Ac de Niagara foi inaugurado sem uma única falha, transmitindo
energia até búffalo, a aproximadamente trinta e três quilômetros de distância,
uma total impossibilidade com corrente contínua. Não mais uma comodidade
luxuosa reservada aos ricos, a energia elétrica agora poderia ser usada por
todos.

Pela primeira vez em sua vida, Nikola Tesla era um sucesso imbatível.

Energia para Todos

Desde o início da afortunada parceria entre A. K. Brown e George
Westinghouse com Tesla, o inventor esteve empenhado em outros projetos
além do dínamo AC. Capaz de se devotar à desimpedida realização de seus
incontáveis ideais, ele mais tarde lembraria-se destes anos como "um pouco
fracos em continuidade".

O novo laboratório de Tesla tinha atividade constante, com um pequeno grupo
de assistentes  trabalhando puramente através dos comandos verbais de seu
empregador. Seu desgosto em pôr idéias no papel, adicionado à sua tendência
em ficar desinteressado com uma invenção completa, impelido à se mover ao
novo desafio, fez com que Tesla deixasse de lado um grande número de
criações que ele nem mesmo se importou em patentear. Certa vez, quando a
exaustão deixou Tesla em um estado de amnésia temporaria, seus assistentes
patentearam muitas de suas invenções por ele fazendo com que seu chefe
inválido assinasse os papéis. A aversão de Tesla à documentação escrita foi-
lhe de grande valia quando seu laboratório foi destruído por um incêncio em
1895, logo após o sucesso de Niagara. A perda ofereceu dificuldades, mas poucas, uma vez que arquivo mais valioso continuava intacto na mente de
Tesla.

Em 1891, Tesla desenvolveu a invenção pela qual seu nome é mais conhecido
hoje: A bobina Tesla. Simples o bastante para qualquer interessado construir, e
totalmente funcional em modelos caseiros, ela era uma inovação
impressionante, que foi a base para o rádio, televisão, e meios modernos de
comunicação sem fio.

Tesla tornou-se famoso por suas palestras nas quais ele demonstrava suas
invenções e conceitos com um toque teatral. Muitos espectadores eram leigos
que não entendiam nada do que ele estava falando, mas eram encantados
pelos raios elétricos que saíam de suas bobinas brilhantes, e lâmpadas sem fio
que se acendiam ao entrarem em contato com sua mão. Estas demonstrações
espetaculares levaram Tesla a ser conhecido popularmente como uma espécie
de mágico, um título não concedido por ridículo, mas por assombro.

A transmissão sem fio de energia elétrica tornaria-se a maior pesquisa de sua
carreira. Ele descobriu que um tubo de vácuo colocado em proximidade com
uma bobina Tesla imadiatamente começaria a brilhar, sem fios, ou sem sequer
um filamento dentro do tubo brilhante. Ressonância elétrica era a chave desta
descoberta. Ao determinar a frequência da corrente elétrica necessária, Tesla
era capaz de ligar e desligar séries de lâmpadas diferentes de metros de
distância. Ele tornou-se um cidadão americano em 1891, e sua nova tecnologia
seria seu presente de agradecimento para seu país adotivo: Um meio de
transmitir energia instantâneamente, através de qualquer distância, pelo ar.
Energia grátis para todos.

Um dos assistentes de Tesla repetidamente o questionava quanto às
implicações em se colocar tal energia à disposição. Ele perguntava qual seria o
incentivo que as empresas de energia elétrica teriam em dar seus produtos
assim de graça, e perguntava de Tesla seria "permitido" a fazer tal coisa. Tais
dúvidas enfureciam Tesla, que acreditava, um tanto inocentemente, que isso
seria permitido simplesmente porque era a coisa mais certa a se fazer.

Conforme os anos passaram, a visão de Tesla de energia sem fio tornou-se
cada vez maior em escopo. Ele resolveu um dos maiores problemas implícitos
em sua primeira teoria, que era a transmissão de energia através de longas
distâncias sem a perda significativa de força. Ao invés disso, ele decidiu
transmitir a energia através do solo. Isso faz pouco sentido em termos elétrico
convencionais, uma vez que a superfície da Terra é literalmente tida como "a
terra" - um receptáculo usado para descarregar energia em excesso de um
condutor. Mas Tesla descobriu que se ela fosse carregada o bastante, a Terra
tornaria-se o condutor, e não o inverso. Neste sentido, todo o planeta poderia
ser transmitido em um colossal transmissor elétrico.

Em 1899, a logística impediu Tesla de conduzir os experimentos necessários
dentro dos arredores da cidade de Nova York. Um advogado do Colorado,
chamado Curtis, quem havia defendido Tesla na corte em certa ocasião,
ofereceu ajuda a Tesla em montar um campo de testes em Colorado Springs.

Curtis também era empregado da companhia de força local, e fornecia energia
a Tesla sem custo.

Tesla e seus assistentes montaram um laboratório único nos arredores da
cidade, que parecia mais com um grande celeiro abaixo de uma torre de
aproximadamente 27 metros. Este era o "Transformador Amplificador" de
Tesla, que ele dizia ser a maior de suas invenções.

A população de Colorado era naturalmente curiosa sobre o que este grande
inventor estava tramando, e respeitava os sinais ao redor do perímetro
dizendo: "MANTENHA A DISTÂNCIA - GRANDE PERIGO". Ainda assim, eles
logo sentiram os efeitos do aparato de Tesla. Faíscas saíam do chão conforme
eles andavam pelas ruas, penetrando em seus pés pelos sapatos. A grama ao
redor do prédio de Tesla brilhava com uma pálida luz azul. Objetos de metal
segurados próximos a hidrantes descarregavam raios elétricos em miniatura de
vários centímetros de distância. Lâmpadas acentiam expontâneamente a
quinze metros de sua torre.

E Tesla estava apenas sintonizando seu equipamento. Estes eram os efeito
colaterais ao ajustar o transformador amplificador à Terra. Uma vez que ele
estava adequadamente calibrado, Tesla estava pronto para conduzir a maior
sinfonia de sua carreira, usando todo o planeta como sua orquestra.

Certa noite em 1899, Tesla acionou sua máquina em força total, na esperança
de produzir um fenômeno que ele chamou de "crescente ressonante". Sua torre
descarregou na Terra dez milhões de volts. A corrente atravessou o planeta na
velocidade da luz, forte o bastante para não morrer antes do final. Quando ela
chegou ao lado oposto do planeta, ela foi rebatida de volta, como círculos de
água voltando à sua origem. Ao voltarem, a corrente estava em muito
enfraquecida, mas Tesla estava emitindo uma série de pulsos que se
reforçavam um ao outro, resultando em um tremendo efeito cumulativo.

No ponto focal, aonde Tesla e seus assistentes assistiam, a crescente
ressonante manifestou-se como uma demonstração alienígena de raios que
ainda estão até hoje catalogados como a maior descarga elétrica da história. A
corrente de retorno formou um arco voltaico que elevou-se até o céu por
dezenove metros. Trovões apocalípticos foram ouvidos a trinta e três
quilômetros de distância. Tesla, anteriormente, estava preocupado com a
possibilidade de haver um limite para a geração de descargas ressonantes,
mas, naquele evento, ele passou a crer que o potencial era ilimitado. A
demonstração teve um fim inesperado, quando as descargas fizeram com que
o gerador de força de Colorado Springs se incendiasse. Tesla não mais
recebeu energia grátis dos donos da companhia desde então.

Tesla voltou a Nova York procurando apoio para sua idéia de implementar um
sistema de energia ressonante global. Já consciente com a inevitável relutância
dos executivos em oferecerem energia grátis, Tesla disfarçou seu projeto como
uma rede de comunicações, além de fonte de energia elétrica, sonhando,
décadas antes do advento da Internet, com um sistema de comunicação global
bem mais sofisticado do que o hoje utilizado.

George Westinghouse rejeitou a idéia. Tesla, então, a propôs a J. P. Morgan,
então o homem mais rico da américa, quem anteriormente havia negado um
patrocínio ao inventor. A idéia de monopolizar as comunicações mundiais o
intrigou, e ele permitiu a Tesla construir um novo laboratório em Long Island
chamado Wardenclyffe, que deveria ser uma maior e melhor versão de seu
laboratório em Colorado.

Enquanto Tesla trabalhou neste projeto, uma série de acidentes e infortúnios
atingiram Wardenclyffe, e ele estava começando a necessitar de dinheiro. Os
fundos e o entusiasmo de Morgan evaporaram rapidamente. Em uma última
tentative de manter seu investidor, Tesla revelou a Morgan que seu plano não
era substituir o telégrafo, mas substituir a transmissão convencional de energia.
Morgan respondeu retirando seu suporte inteiramente.

Nunca mais Tesla teria outra chance de trazer energia grátis ao mundo.

O Raio da Morte

Uma vez que as invenções de Tesla geralmente continham em sí um elemento
de consciência social, ou obra pela humanidade, pode parecer surpreendente
que ele tenha criado uma série de dispositivos com aplicações militares, e a
noção de Tesla utilizando seu gênio para propósitos bélicos é imensamente
assustadora. Afinal, este é o homem que se vangloriava do fato que seu
gerador ressonante poderia dividir a Terra ao meio, e ninguém até hoje soube
ao certo se ele estava brincando.

A primeira invenção de Tesla com propósito militar utilizava uma espécie de
automação tecnológica, com a qual o trabalho de seres humanos poderia ser
substituído por máquinas. Especificamente, Tesla produzia barcos e
submarinos controlados remotamente. Ele demonstrou o navio por controle
remoto em uma exposição no Madison Square Garden, em 1898. O aparato
era tão avançado que até mesmo usava uma espécie de reconhecimento vocal
para responder aos comandos verbais de Tesla e voluntários do público.

Em público, Tesla falou das virtudes humanitárias da invenção: ela iria impedir
que vários trabalhadores arriscassem suas vidas. Mas Tesla realmente estava
esperando um contrato com o exército dos Estados Unidos. Em uma
apresentação para o departamento de guerra, Tesla argumentou que sua
invenção poderia obliterar a armada espanhola, e acabar com a guerra com a
Espanha em uma tarde. O governo nunca aceitou a oferta de Tesla.

Tesla, então, deciciu direcionar o submarino automático à industria privada, e
procurou a aprovação de J. P. Morgan. Segundo contam, Morgan ofereceu-se
para fabricar os barcos de Tesla se este se casasse com sua filha. Tal acordo
era um anátema a Tesla, e os dois nunca mais trabalhariam juntos até
Wardenclyffe, alguns anos mais tarde.

Tesla eventualmente conseguiu um contrato militar bem sucedido: com a
marinha alemã, O produto não eram seus barcos a controle remoto, mas
turbinas sofisticadas que o almirante Von Tirpits usou com grande sucesso em
sua armada de navios de guerra. Depois que J. P. Morgan cortou seu apoio a
Tesla, este contrato tornou-se sua única fonte de renda. Quando do advento da
primeira guerra mundial, Tesla cancelou seu contrato com os alemães, para
não ser acusado de traição.

Quase falido e observando os Estados Unidos à beira da guerra, Tesla sonhou
com outra invenção que pudesse interessar os militares: o raio da morte.

O mecanismo por detrás do raio da morte não é bem compreendido até hoje.
Ele era aparentemente uma espécie de acelerador de partículas. Tesla disse
que ele era uma melhoria de seu transformador amplificador, que concentrava
energia em um fino raio tão concentrado que ele não se dispersaria, mesmo a
grandes distâncias. Ele o promoveu como uma arma puramente defensiva,
com a intenção de impedir ataques, fazendo de seu raio da morte o tataravô da
defesa estratégica.

Não se sabe ao certo se Tesla usou seu raio da morte, ou se ele sequer
chegou a contruí-lo. Mas o seguinte é a história geralmente relatada do que
aconteceu naquela noite em 1908, quando Tesla testou sua arma.

Naquela época, Robert Peary estava fazendo sua segunda tentativa em se
chegar ao polo norte. Criptocamente, Tesla notificou a expedição que eles
estariam tentando entrar em contato com eles de alguma forma, e eles
deveriam relatar qualquer coisa incomum que eles observassem. Na noite de
30 de junho, acompanhado por seu associado, George Scherff, na torre de
Wardenclyffe, Tesla apontou seu raio através do atlântico, para o ártico, a um
ponto calculado como estando a oeste da expedição de Peary.

Tesla ligou o equipamento. De início, era difícil dizer que ele estava
funcionando. Sua extremidade emitiu uma luz pálida, difícilmente notável.
Então, uma coruja voou de seu ninho no topo da torre, na direção do raio, e foi
desintegrada instantâneamente.

Isso concluiu o teste. Tesla observou os jornais e enviou telegramas para
Peary na esperança de confirmar a efetividade do raio da morte. Nada
apareceu. Tesla estava pronto para admitir derrota quando recebeu notícias de
um estranho evento ocorrido na Sibéria.

Em 30 de junho, uma enorme explosão havia devastado Tunguska, uma área
remota na floresta da Sibéria. Quinhentos mil acres quadrados de terra foram
instantâneamente destruídos, o equivalente a quinze megatons de TNT. O
incidente de Tunguska é a mais poderosa explosão ocorrida na história, nem
mesmo subsequentes explosões termonucleares ultrapassaram sua força. A
explosão foi audível a 930 quilômetros de distância, aproximadamente.Os
cientistas crêem que ela foi causada por um meteorito ou fragmento de um
cometa, embora nenhum impacto evidente ou restos minerais de tal objeto
jamais tenham sido encontrados.

Nikola Tesla tinha uma explicação diferente. Ela claro para ele que seu raio da
morte tinha ultrapassado seu alvo calculado e atingido Tunguska. Ele ficou
extremamente grato que a explosão, miraculosamente, não matou ninguém.
Tesla desmontou o raio da morte imediatamente, crendo-o muito perigoso para
continuar existindo.

Seis anos mais tarde, o fim da primeira guerra fez com que Tesla
reconsiderasse. Ele escreveu ao presidente Wilson, revelando o segredo do
teste do raio da morte, orefecendo-se para reconstruí-lo para o departamento
de Guerra. A mera ameaça de tamanha força destrutiva faria com que as
nações em guerra concordassem em estabelecer-se a paz imediatamente.

A única resposta de Tesla à sua proposta foi uma carta formal de apreciação
da secretária do presidente. O raio da morte nunca foi reconstruído, supondo
que ele tenha sido construído, em primeiro lugar.

Tesla fez mais uma tentativa de ajudar seu país na guerra em 1917. Ele
concebeu uma estação emissora que emitiria ondas exploratórias de energia,
permitindo que seus operadores determinassem com precisão a localização de
veículos inimigos distantes. O departamento de guerra riu-se e rejeitou o "raio
explorador" de Tesla.

Uma geração mais tarde, esta mesma invenção ajudaria os aliados a vencer a
segunda guerra mundial. Ela era chamada radar.

Seus maiores sonhos

Incansável, e inabalado por concentos como praticidade ou marketing, a Mente
de Tesla criou uma vasta miscelânea de inveções peculiares, muitas das quais
jamais saíram do estágio de conceituação, e as idéias parecem ter ficado cada
vez mais estranhas  conforme ele envelhecia.

Inventar era geralmente um processo deliberado para Tesla, sua total intenção
e objetivo perfeitamente formados em sua mente até mesmo antes dele e sua
equipe moverem um dedo. Porém, houve momentos em que ele tropeçou em
uma descoberta por "acaso". Tesla realizou suas primeiras experiências com
tecnologia ressonante em seu laboratório em Nova York ligando um pequeno
oscilador, que fazia com que um espelho vibrasse levemente. Súbitamente, o
laboratório foi invadido por um esquadrão de policiais, exigindo que Tesla
parasse com seus experimentos. A ilha de Manhattan estava vibrando por
quilômetros de distância. Tesla não considerou como ondas ressonantes
tornam-se mais fortes quanto mais elas viajam, ele, sem perceber, criou o que
foi conhecido como a Máquina de Terremotos de Tesla.

Tesla também aplicou seus equipamentos ressonantes em formas bizarras de
terapia física. Ele criou máquinas que inundavam o corpo humano com cargas
elétricas e fortes vibrações, na intenção de aliviar dores e promover a cura. E
Tesla não era apenas o inventor de seus equipamentos eletroterapeuticos, ele também era um forte usuário. Ele tornou-se viciado no tratamento que
inventara, insistindo em dizer que as seções com a máquina o rejuveneciam
enquanto ele ficava horas e horas trabalhando, sem comida ou bebida. Tesla
certa vez deixou seu amigo Samuel Clemens testar a máquina de cura. Ele
relatou ter aproveitado a experiência imensamente, até que as vibrações lhe
causaram uma diarréia expontânea. Tesla comercializou sua invenção, e a
Companhia Eletroterapeutica Tesla foi uma de suas únicas empresas a ter leve
sucesso comercial.

Tesla também recebeu outra revelação acidental durante seus testes com o
amplificador transformador em Colorado Springs. Certa noite, durante a
construção do aparelho, este começou a ressonar com uma série de "clicks"
precisos, similares a código morse. Tesla estava convencido que estes sinais
estavam sendo enviados por seres extraterrestres. Tesla expressou seu credo
da vida em Marte, e como ele acreditava ter a prova. Ele, mais tarde, concebeu
transmissores para a comunicação com os marcianos, expondo sua visão de
que manter relações pacíficas com nossos vizinhos espaciais era um dos mais
urgentes deveres da humanidade.

Em seus últimos dias, Tesla ficou fascinado com a idéia da Luz como sendo
tanto partícula como onda - a proposição fundamental do que se tornaria a
física quântica. Este campo de investigação o levou à criação do Raio da
Morte. Tesla também tinha a idéia de criar uma "parede de luz", manipulando
ondas eletromagnéticas em um certo padrão. Esta misteriosa parede de luz
permitiria que o tempo, espaço, matéria e até gravidade fossem manipuladas à
vontade do operador, e concebeu uma grande variedade de propostas que
parecem hoje sair diretamente da ficção científica, incluindo naves anti-
gravidade, teletransporte e viagens no tempo.

Provavelmente a invenção mais estranha que Tesla já propôs foi o fotografador
de pensamentos. Ele relacionou que todo o pensamento criado pela Mente cria
uma imagem correspondente na retina, e a informação elétrica desta
transmissão neural poderia ser lida e gravada em uma máquina, esta
informação, então, poderia ser processada através de um nervo óptico artificial
e visualizada como padrões visuais em uma tela.


O Gênio esquecido

Em 7 de janeiro de 1943, Nikola Tesla morreu em Nova York aos 87 anos. Ele
estava literalmente quebrado, vivendo no hotel New Yorker, em uma sala que
dividia com um bando de pássaros, quem ele considerava seus únicos amigos.

As indústrias que ele construiu, há muito tempo haviam virado suas costas a
ele. A comunidade científica ignorava a ele e suas idéias excêntricas. Ao
público em geral, ele era tanto desconhecido como objeto de ridículo, um
lunático cujos devaneios eram apenas úteis para tablóides sensacionalistas. Os
quadrinhos do "Superman", de Max Fleischer, em 1940, desenhavam o herói lutando contra raios da morte e terrores eletromagnéticos criados por um
cientista louco chamado Tesla.

Como isso pode ter acontecido? Existem muitas visões para a questão da
queda de Tesla na obscuridade. A primeira, e possivelmente a mais irrefutável,
é que Tesla não entrou para os livros de história porque ele falhou como
empresário. As pessoas mais bem sucedidas não são necessariamente as
mais brilhantes, mas aquelas que conseguem jogar o jogo para chegar ao topo.
Tesla era um discípulo da ciência pura, em oposição à ciência aplicada, com
pouca ou nenhuma facilidade em imaginar como lucrar com suas idéias. Seus
parceiros de negócios frequentemente não agiam em seu melhor interesse, e
Tesla tem uma lista de más decisões financeiras.

Por exemplo, no ápice de sua implementação bem sucedida da corrente AC,
ele poderia ter coletado uma enorme quantidade de riquezas materiais. Ele
tinha um contrato com Westinghouse que poderia facilmente tê-lo posicionado
como um dos homens mais ricos da América. Porém, quando George
Westinghouse disse a Tesla que os gastos com a instalação do sistema
poderiam por sua companhia em perigo no futuro, Tesla rasgou o contrato
como gesto de amizade. Se ele nao o tivesse feito, ou, pelo menos negociado
uma fração dele, Tesla teria morrido na luxúria, e preservado sua notoriedade
de maneira bem mais apropriada.

Outras análises tiram o peso dos ombros de Tesla e propõem que grandes
empresários e o governo dos Estados Unidos conspiraram para suprimir seu
gênio inventivo. No topo da lista de suspeitos, está Thomas Edison, que
invejava o sucesso de seu antigo empregado com a corrente alternada, e
efetivamente liderou uma campanha para destruir o nome de Tesla. Ele
organizou demonstrações nas quais animais eram eletrocutados letalmente
com equipamentos AC. Edison também fez parte da mesa de conselheiros do
departamento de guerra que rejeitou as propostas de Tesla para o Raio da
Morte e seu radar.

J. P. Morgan também está implicado na Teoria da conspiração anti-Tesla.
Morgan efetivamente ampliou sua já monumental fortuna explorando as idéias
do inventor, até que ele descobriu que sua idéia era a criação de livre energia,
uma idéia assustadora a qualquer capitalista respeitável. Ele imediatamente
encerrou seu patrocínio a Tesla, e alguns argumentam que ele ainda tenha
usado sua considerável influência para impedir que outros o patrocinassem.

O governo, que sempre manteve Tesla a seu alcance quando ele apresentava
suas propostas, tornou-se súbitamente interessado em seu trabalho depois de
sua morte. O FBI ordenou que o escritório de propriedades estrangeiras se
apoderasse de todos os documentos de Tesla, um ato ilegal, uma vez que
Tesla era cidadão americano desde 1891.

Os registros de Tesla foram considerados inofensivos para a segurança
nacional, e seu arquivo foi encerrado em 1943, Ele foi reaberto em 1957, com a
notícia de que os russos estariam realizando experiências com sua tecnologia.

Muitos estão convencidos que o pentágono realizou várias experiências com
projetos baseados na tecnologia de Tesla.

Uma última teoria é a de que Tesla arruinou sua própria reputação com suas
invenções e propostas fora de época. Alguns dizem que ele começou errando
ao propor energia livre para todos, Outros crêem que ele ficou louco quando
começou a falar em marcianos e Raios da Morte. Tesla nunca aceitou o
trabalho de Albert Einstein, quem ele criticava como sendo vago e incoerente.

Em termos práticos, estes argumentos estão provavelmente corretos. Um
sistema de energia livre, hoje, não seria aceito, não se sabe de sinais emitidos
de marte, e a teoria da relatividade é bastante sólida. Porém, há duas coisas a
serem consideradas:

Em primeiro lugar, mesmo que suas idéias estejam totalmente erradas, elas
não diminuem a imensa quantidade de idéias corretas que ele tele, e que
contribuíram para nosso mundo. Em segundo lugar, deve-se lembrar que até
mesmo a corrente alternada era considerada irreal e improvável, antes de
Tesla. Há a possibilidade, ainda, que os mais bizarros conceitos de Tesla
sejam validados em algum ponto no futuro,quando a ciência chegar a seu nível.
O tempo dirá.

Por hora, o verdadeiro legado de Tesla está sendo lentamente reconhecido. A
corte suprema declarou pouco após sua morte que Tesla era o verdadeiro
inventor do rádio, não Guglielmo Marconi. Tesla foi reconhecido como o
inventor da lâmpada fluorescente, o tubo amplificador a vácuo e a máquina de
raios X. Livros de história estão lentamente começando a incluir estes fatos.

O destino final do laboratório de Tesla em Wardenclyffe foi coberto de
significado. Em 1917, ele foi condenado à demolição. O dinheiro de Tesla para
sua manutenção havia acabado, e acreditava-se que ele estivesse sendo
espionado por alemães. Como um movimento inicial, ele foi dinamitado, mas a
torre se manteve intacta. A equipe de demolição detonou o local
repetidamente, mas a torre não caiu. Eles retornaram em outra data e a
dinamitaram novamente. Ela caiu no chão, mas não explodiu, nem se quebrou.

Bem, é isso por hoje, cansei pra fazer esse post.
Comentem :)))))))
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O Incidente de Tunguska e Nikola Tesla

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Suponho que a maioria conhece Nikola Tesla, um grande cientista do XIX e inicio do século XX. Irei fazer um post somente sobre ele em breve.
Como muitos não sabem o que foi o evento de Tunguska, irei explicar:

Tunguska é uma região da Sibéria Central, no dia 30 de junho de 1908, houve uma explosão gigantesca, não foram encontrados vestígios de meteorito ou nada do tipo no local. Este evento recebeu o nome de Evento de Tunguska.

Segundo a Wikipédia, não se sabe de fato o que ocorreu em Tunguska naquela manha, mas por conhecidência, em um livro sobre Nikola Tesla, obtemos a explicação do que realmente aconteceu.

[...]Na noite de
30 de junho, acompanhado por seu associado, George Scherff, na torre de
Wardenclyffe, Tesla apontou seu raio através do atlântico, para o ártico, a um
ponto calculado como estando a oeste da expedição de Peary.
Tesla ligou o equipamento. De início, era difícil dizer que ele estava
funcionando. Sua extremidade emitiu uma luz pálida, difícilmente notável.
Então, uma coruja voou de seu ninho no topo da torre, na direção do raio, e foi
desintegrada instantâneamente.
Isso concluiu o teste. Tesla observou os jornais e enviou telegramas para
Peary na esperança de confirmar a efetividade do raio da morte. Nada
apareceu. Tesla estava pronto para admitir derrota quando recebeu notícias de
um estranho evento ocorrido na Sibéria.
Em 30 de junho, uma enorme explosão havia devastado Tunguska, uma área
remota na floresta da Sibéria. Quinhentos mil acres quadrados de terra foram
instantâneamente destruídos, o equivalente a quinze megatons de TNT. O
incidente de Tunguska é a mais poderosa explosão ocorrida na história, nem
mesmo subsequentes explosões termonucleares ultrapassaram sua força. A
explosão foi audível a 930 quilômetros de distância, aproximadamente.Os
cientistas crêem que ela foi causada por um meteorito ou fragmento de um
cometa, embora nenhum impacto evidente ou restos minerais de tal objeto
jamais tenham sido encontrados.[...]

Trecho retirado do livro "Biografia de Nikola Tesla"

Bem, é basicamente isto, comente.
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