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Mostrando postagens com marcador Universo. Mostrar todas as postagens
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18 de mai. de 2010

Ondas de rádio misteriosas aparecem em radar

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Primeiramente descoberto em Maio de 2009, um objeto misterioso, que emite ondas de rádio, e se move a 4 vezes a velocidade da luz, deixou os cientistas confusos. Primeiramente achavam se tratar de uma super-nova, porém os cientistas logo descartaram esta possibilidade. O objeto se trata de um mini-quasar, ou seja, um objeto astronômico com um núcleo galático ativo, sendo maior que uma estrela, porém menor que uma galáxia, e emite grandes quantidades de luz e ondas de rádio. As grandes quantidades de emissão de luz sugerem que este objeto seja provavelmente um tipo de buraco negro super massivo. 

12 de mai. de 2010

Poeira de cometa é achado na Antártica

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Novas partículas extraterrestres, provavelmente com origem de algum planeta, foi identificado pela primeira vez na neve no centro da Antártica.

Descoberto por pesquisadores do Centro de Espectrometria Nuclear e Espectrometria de Massa, os micrometeoritos que estão bem preservados, são feitos de mateira orgânica contendo pequenos conjuntos de materiais dos lugares mais remotos e gelados do Sistema Solar.

A base científica Ítalo-Francesa é localizada na região central da Antártica. É um dos lugares mais remotos do planeta, onde a quantia de poeira de origem terrestre é extremamente pequena.

Cientistas descobriram uma nova família de partículas extraterrestres em camadas de neve ultra-limpa localizadas a uma profundidade de quatro metros na vizinhança da base. Foram identificados micrometeoritos ultra carbonosos (partículas com menos de 1 milímetro de tamanho com cerca de 50-80% de material carbonoso).

Análises usando transmissão eletrônica microscópica mostraram que os micrometeoritos são feitos de quase só de matéria orgânica levemente alteradas, contendo pequenas quantias de minerais. Análises feitas com uma micro sonda de íons revelou que sua composição de isotopos de hidrogênio mostra uma enorme proporção de Deutério (aproximadamente 10 vezes mais que o encontrado em oceanos terrestres). Tendo isto em conjunto, os resultados indicam que as partículas muito provavelmente vieram dos mais distantes corpos celestes do Sistema Solar, cometas.

Os cometas são feitos duma mistura de materiais congelados e poeira. As vezes alguns deles entram no interior do Sistema Solar, e quando passam perto do Sol, o aumento da temperatura causa uma elevação dos materiais gelados, levando numa expulsão de uma mistura de gases e grãos do cometa no espaço interplanetário. Alguns destes grãos podem cruzar a orbita de Terra conforme se movimentam ao redor do Sol, onde a maioria deles terminam sua viagem. É provavelmente um destes grãos cometários que foram descobertos na Antártica.

(Tradução de nossa autoria.)

Para ler a matéria completa, em inglês, acesse o Science Daily.

7 de mai. de 2010

Nascimento de novas estrelas

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O observatório espacial infravermelho, Herschel, captou novas imagens de estrelas recém-nascidas.
Neste último dia 6, em um simpósio na Agência Espacial Européia(ESA, em inglês), foram mostrados resultados que desafiam ideias antigas sobre nascimento de estrelas, e abrem novas portas para futuras pesquisas.

Uma observação na formação estrelas RCW 120 mostrou uma estrela embrionária que parece que irá se tornar em uma das maiores e mais brilhantes estrelas em nossa galaxia nas próximas centenas de milhares de anos. Ela já contem de oito à dez vezes a massa do Sol e ainda é cercada por gases e poeira, nas quais pode se "alimentar".

Annie Zavagno, astrofísico do laboratório, diz que estas estrelas massivas são raras e vivem pouco, e acrescenta que conseguir observar a formação de uma dessas estrelas é uma grande oportunidade para resolver um paradoxo da astronomia. "De acordo com nosso entendimento, não é possivel estrelas se formarem maiores que oito massas solares", diz Dr. Zavagno.

Isto se dá porquê a luz emitida por estas estrelas gigantes deveriam expulsar suas nuvens de formação antes que mais massa possa ser acumulada. Mas de alguma maneira elas se formam. Muitas destas estrelas "impossíveis" já são conhecidas, algumas até contém até 150 massas solares. Como o Herschel conseguiu captar uma destas estrelas em formação, os cientistas podem analisa-las e investigar como elas se formam.

O Herschel é o maior telescópio astronômico que já foi colocado em órbita no espaço. O diâmetro de seu espelho é quatro vezes maior que qualquer outro telescópio espacial infravermelho e ainda uma vez e meio maior que o do telescópio Hubble.

A Matéria completa, em inglês, você pode ver em Science Daily.
(Tradução de nossa autoria)

5 de mai. de 2010

Stephen Hawking diz que extraterrestres existem, e devemos evita-los a qualquer custo

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Stephen Hawking, o renomeado cientista inglês, diz para um novo programa da Discovery Channel, que alienígenas existem e devemos teme-los, acrescenta que qualquer tipo de vida inteligente o suficiente para nos achar, será a procura de recursos, e estas não são boas notícias.

"Temos apenas que olhar para nós mesmos para ver como a vida inteligente pode se transformar em algo que nós não queiramos encontrar", diz ele.

O programa nos mostra várias possibilidades de como seriam os hipotéticos visitantes, desde herbívoros de duas patas à répteis voadores e sub-aquáticos.

Ele tinha comentado anteriormente que era a favor do ser humano colonizar outros planetas, para caso futuras guerras nucleares tornassem o planeta Terra inabitável, porém argumenta que alienígenas com as mesmas motivações não devem ser confiáveis. Também faz uma comparação, que se algum dia alienígenas nos visitarem, irá ser como Cristóvão Colombo ao chegar à América, não seria muito agradável para os nativos.

Qual a opinião de vocês sobre o assunto? devemos temer uma nova raça alienígena que supostamente venha colonizar a Terra? Acreditar-vos plenamente sem questionamentos, por serem seres "intelectualmente superiores"?

A fonte deste artigo, em inglês, é a Popular Science.
(Tradução de nossa autoria)

21 de jan. de 2010

Nebulosa Olho de Gato

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Esta imagem feita pelo Telescópio Espacial Hubble revela que a Nebulosa Olho de Gato é uma das nebulosas planetárias mais complexas entre as conhecidas. Na realidade, características vistas na Olho de Gato são tão complexas que os astrônomos suspeitam que o objeto central brilhante seja um sistema binário, ou seja, duas estrelas orbitando entre si.

O termo ‘nebulosa planetária’, usado para descrever genericamente esta classe de objetos, é ambíguo. Estes objetos podem parecer redondos e com formato de planetas em telescópios pequenos. Mas imagens de alta resolução revelam que elas são estrelas rodeadas por casulos de gás, soprado das mesmas, nos seus últimos estágios da evolução estelar.
Aqui você pode baixar a olho de gato como papel de parede para o seu monitor.

Fonte APOD, Hubble

19 de jan. de 2010

Tsunamis solares são verdadeiros, diz Nasa

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A agência estadunidense de exploração espacial confirmou que ondas de plasma que passam pela superfície solar são uma espécie de tsunami. Estes fenômenos foram observados pela primeira vez há alguns anos, mas cientistas acreditavam que eles eram apenas ilusões ópticas.
Quando o acontecimento foi observado, era difícil acreditar que uma onda de plasma quente estava passando pela superfície solar. Uma destas ondas subiu a uma altura maior que o diâmetro da Terra e saiu de dentro de um ponto central de milhões de quilômetros de largura. Observadores mais céticos acreditavam que aquilo podia ser uma sombra, uma ilusão de ótica.
Agora, as naves Stereo, da Nasa, que têm a missão de observar a superfície solar, estão mostrando aos cientistas que o fenômeno é uma espécie de tsunami solar, e a agência até mesmo liberou um vídeo do incrível acontecimento.

Tsunami solar confirmado

O par de naves Stereo confirmaram o a existência do fenômeno em imagens capturadas em fevereiro de 2009, quando um ponto na superfície do sol entrou em erupção inesperadamente. A explosão liberou um bilhão de toneladas de gás no espaço, e mandou o tsunami através superfície solar.
As naves gravaram a onda de duas posições separadas a 90 graus, dando aos pesquisadores uma visão única do evento. “Com certeza era uma onda”, afirma Spiros Patsourakos, da Universidade da Virginia, nos Estados Unidos, autor do estudo que descreve as descobertas feitas sobre a superfície solar.
O nome técnico do “tsunami solar” é “onda magneto-hidrodinâmica rápida” ou “onda MHD”. O fenômeno foi descoberto em 1997 pelo Observatório Solar e Heliosférico (Soho), também da Nasa. Em maio daquele ano, uma enorme onda de gás explodiu em uma região ativa da superfície solar, e o Soho gravou um tsunami saindo em ondas da região da explosão.

Na época, a visão do Observatório não foi suficiente para responder à questão que ainda circulava a descoberta: aquilo era uma onda ou apenas uma sombra? Vários eventos semelhantes foram gravados pelo mesmo observatório nos anos seguintes, sem sucesso para desvendar o mistério sobre os tsunamis.
As naves Stereo, lançadas em 2006, circulam em posições diferentes: uma orbita em volta do sol em frente à Terra, e a outra atrás da Terra, para ter uma visão completa do sol. Os especialistas esclarecem que os tsunamis solares não são uma ameaça à Terra, mas que devem ser estudados. “Podemos usá-los para diagnosticar as condições do sol”, afirma Joe Gurman, da Nasa. “Observando a propagação das ondas, podemos reunir informações sobre a atmosfera do sol de uma forma que nunca foi disponível de outra maneira”, completa.

Fonte: MSNBC, Space

18 de jan. de 2010

Existe vida fora do nosso universo?

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Muitas pesquisas tentam responder à questão se existe vida fora do nosso planeta. Entretanto, cientistas mais ousados encontraram uma pergunta ainda mais fascinante: será que existe vida fora do nosso universo? A teoria da inflação cósmica foi criada na década de 80 para responder a algumas questões em aberto sobre a estrutura do nosso universo, e teoriza que o nosso é apenas um de inúmeros universos que surgiram a partir do mesmo vácuo primordial.
Embora a teoria do multiverso tenha sido criada há quase 30 anos, ela volta a ser debatida agora que os pesquisadores Alejandro Jenkins e Gilad Perez escreveram um artigo polêmico que discute a hipótese sobre a vida em outros universos. De acordo com os autores, a existência de vida inteligente está diretamente ligada a restrições físicas. “Nossas vidas na Terra e tudo que vemos e conhecemos sobre o universo dependem de um grupo de condições que fazem com que sejamos possíveis”, explica Jenkins, físico da Universidade Estadual da Flórida, nos Estados Unidos.

“Se as forças fundamentais que modelam a matéria do nosso universo se alterassem, mesmo que só um pouco, é concebível acreditar que os átomos nunca teriam se formado, ou que o carbono, que forma grande parte da vida que conhecemos, não existiria”, diz o pesquisador. “Então como este equilíbrio tão grande existe? Algumas pessoas atribuem isso a Deus, mas isso está fora da alçada da física”, brinca.

De acordo com algumas descobertas recentes sobre a física de alta energia, é plausível que outros universos existam e tenham interações físicas diferentes. Por este motivo, não é surpreendente que justamente o nosso tenha as condições que permitem a vida como a conhecemos, assim como a Terra tem as condições exatas para o desenvolvimento da evolução orgânica. Segundo Jenkins, seu trabalho é analisar os cálculos das forças fundamentais para prever seus efeitos sobre universos alternativos possíveis.

“Se não houvesse força eletromagnética, não haveria átomos e ligações químicas, e sem a gravidade, a matéria não se tornaria planetas, estrelas e galáxias”, afirma o físico. De acordo com Jenkins, o surpreendente sobre a sua pesquisa é que ele e seu parceiro encontraram condições que, embora muito diferentes das do nosso universo, parecem poder permitir a existência de vida – porém, os pesquisadores não sabem afirmar que tipo de vida.

Jenkins brinca que a sua pesquisa tomou proporções maiores depois que um episódio do seriado estadunidense “Family Guy” teve um episódio que falava sobre a viagem a outros universos,embora esta idéia pareça impossível atualmente. “Entretanto, se outros universos realmente existem é uma questão que teria grandes conseqüências sobre a nossa compreensão da física no nosso mundo, e a nossa pesquisa traz importantes questões quanto a este assunto”, diz.

Retirado de Science Daily

14 de jan. de 2010

O Universo nunca irá parar de se espandir

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O universo é tão incrível que uma coisa tão pequena quanto uma bolinha de metal pode nos mostrar que ele irá continuar em expansão para sempre. Isso acontece porque uma bolinha de metal de pouco mais de um décimo de milímetro se move em resposta a flutuações de energia no vácuo, devido ao efeito Casimir. O efeito Casimir basicamente é causado nos efeitos vazios do vácuo entre duas placas metálicas colocadas próximas. Ele faz com que as placas se aproximem, pois há menor densidade de energia entre elas do que fora delas.
O efeito, que tem seu nome em homenagem ao cientista que descobriu a força há cinqüenta anos, hoje demonstra que grande parte da energia do universo é constituída de uma forma de energia escura. A forma e composição da matéria escura é desconhecida, mas pesquisas mostram que ela pode acontecer devido a flutuações no vácuo, como o efeito Casimir, mas seria gerada no espaço, por um efeito ainda desconhecido.
Como a energia escura repele a matéria ao seu redor, este efeito mostra que o universo ainda está em expansão, e continuará assim eternamente. Atualmente, cientistas tentam compreender melhor o efeito Casimir e a sua aplicação na expansão do universo, além de analisar a sua aplicação em micro-máquinas, que têm a tendência a se fixarem umas às outras devido ao efeito sobre o metal.

Fonte APOD.

13 de jan. de 2010

Objeto misterioso passa proximo à Terra hoje (13/01/2010)

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Um objeto batizado de 2010 AL30 passará próximo a Terra nesta quarta-feira. Os cientistas ainda não sabem o que é, mas pode ser algo artificial.
Ele não vai nos acertar, a não ser que tenha capacidade de mudar de curso. Pelas previsões o objeto passará a apenas 130 mil km, um terço da distância entre nosso planeta e a Lua, é o mesmo que passar de raspão em uma escala cósmica.
Ele tem cerca de 10m de largura e terá sido detectado 2 dias antes de passar por nós. Será uma oportunidade para os astrônomos darem uma olhada um pouco mais de perto no objeto.
Pode ser apenas um asteróide, mas o que faz os astrônomos acharem que pode ser um objeto criado por humanos é o fato de que a órbita de 2010 AL30 ser de quase exatamente um ano. Portanto poderia ser algum fragmento de foguete de estágio ou pedaço de uma espaçonave.
Mas fora a coincidência com a órbita da Terra não há mais nada que indique ser um objeto diferente de um asteróide natural.

Fonte MSNBC.

Aeroporto adquire licença para virar espaçoporto

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O sonho de conquistar o espaço parece cada vez mais próximo no aeroporto Cecil Field, na cidade de Jacksonville, nos Estados Unidos. A aeroporto do estado da Flórida recebeu no dia 11 de janeiro uma licença do governo federal para ser utilizado como espaçoporto, que poderá receber vôos espaciais comerciais destinados ao turismo e pesquisas. O plano para a criação do espaçoporto já está sendo feito há quatro anos, e permite que a pista de pouso do aeroporto de Jacksonville receba vôos espaciais.
A pista tem 3.810 metros de comprimento por 61 metros de largura, e é uma das maiores da Flórida. O local será utilizado para diversos vôos espaciais, incluindo os da nave Virgin Galactic, criada para fazer vôos para pessoas comuns ao espaço. Ok, pessoas comuns dispostas a pagar 200 mil dólares (cerca de 340 mil reais) para ver a Terra do espaço. A nave está sendo construída em uma base no estado do Novo México, nos EUA. De acordo com Todd Lindner, do aeroporto de Jacksonville, a diferença entre as duas bases é que o novo espaçoporto já tem as instalações prontas.

O aeroporto Cecil Field será o oitavo espaçoporto dos Estados Unidos, e o primeiro na Flórida a permitir que os vôos espaciais decolem e pousem horizontalmente, como aviões comuns. “Até agora, as pessoas acham que lançamentos espaciais são feitos verticalmente, porque crescemos assistindo a lançamentos de foguetes deste modo”, brinca Lindner.

Fonte: Reuters

11 de jan. de 2010

Como seria ser sugado por um buraco negro?

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Este vídeo nos tráz uma ideia de como seria "cair" em um buraco negro.

Você veria o universo totalmente distorcido por causo da refração da luz.

Primeiro buraco negro é criado na Terra

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Um buraco negro eletromagnético, que suga a luz a seu redor, foi criado em laboratório pela primeira vez. A criação, que funciona em freqüências de microondas, pode logo ser utilizado para se agarrar à luz visível, e pode revolucionar o funcionamento da eletricidade solar.
A ideia foi proposta no início deste ano em um estudo de Evgenii Narimanov e Alexander Kildishevof, da Universidade Purdue, nos Estados Unidos. A pesquisa realizada pela dupla sugeria que as propriedades de um buraco negro cosmológico poderiam ser recriadas. Agora, os cientistas Tie Jun Cui e Qiang Cheng, da Universidade Southeast, na China, fizeram com que a teoria de Narimanov e Kildishevof se tornasse realidade.

O buraco negro de laboratório construído pelos cientistas chineses é constituído por 60 tiras circulares de um metamaterial que foi anteriormente utilizado em uma tentativa de construir capas de invisibilidade. O dispositivo usa 40 tiras para formar a sua camada exterior e 20 tiras para absorver a luz dentro do aparelho.
“Quando a onda eletromagnética incidente atingir o aparelho, ela será presa e guiada para o interior do buraco negro, e absorvida pelo interior do dispositivo”, afirma Cui. “A onda não sairá do buraco negro”, diz o cientista, que afirma que o interior do buraco negro de laboratório deve transformar a luz em calor.
Agora o desafio dos cientistas é fabricar um aparelho que consiga capturar a freqüência das ondas ópticas, que é muito menor que a freqüência da radiação em microondas. Para isso, a estrutura do aparelho terá que ser significativamente menor, mas Cui mostra-se confiante que isso pode ser realizado, e acredita que uma demonstração do buraco negro ótico pode estar disponível já no fim deste ano.

Um aparelho deste tipo poderia ser utilizado para capturar energia solar em locais em que a luz é muito difusa para que espelhos consigam captá-la. O buraco negro óptico agarraria toda a luz e direcionaria-a a seu interior. “Se a invenção funcionar, não seria mais necessário utilizar aqueles espelhos parabólicos enormes para coletar a luz” afirma Narimanov.

Fonte: New Scientist

Resolvido o mistério do distúrbio alimentar de buraco negro

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Novas imagens de raio-x do buraco negro que fica no centro da Via Láctea revelam por que o Sagitário A está passando fome. Praticamente todas as galáxias em espiral e elípticas no universo têm buracos negros supermassivos no seu centro, e a Sagitário A fica a cerca de 26 mil anos-luz de distancia da Terra, e tem uma massa 4 milhões de vezes maior que a do sol.

Imagens obtidas pelo Observatório de Raio-x Chandra, da Nasa, agência estadunidense que pesquisas espaciais, mostram as emissões de raios-x de uma parte do centro da galáxia, com uma dimensão de cerca de 120 anos-luz. De acordo com os pesquisadores, as imagens não apenas mostram a riqueza da área, mas também revelam por que o buraco negro não está engolindo tanto material quanto seria esperado, de acordo com Roman Shcherbakov, que participou da descoberta.


Embora o buraco negro não seja visível, a sua presença é mostrada pelo efeito gravitacional que ele tem sobre os materiais à sua volta e pela radiação brilhante gerada pelos materiais que são acelerados e superaquecidos antes de serem devorados por ele. Estes efeitos são chamados de horizonte de eventos. Nas imagens divulgadas no início deste ano, aglomerações de estrelas são visíveis nas bordas do buraco negro. Uma espécie de “vento” carregado com partículas das estrelas alimenta o buraco negro.
Cientistas calculavam que Sagitário A devoraria cerca de 1% do vento proveniente destas estrelas. Embora a quantidade pareça pequena, este 1% de gases deveriam deixar o buraco negro quase 100 vezes maior do que ele está atualmente. As novas imagens em raio-x mostram que o buraco negro está se alimentando de apenas 0,01% das partículas das estrelas – basicamente, ele está passando fome, de acordo com Shcherbakov.

Um dos motivos apontados pelos especialistas para explicar a falta de apetite deste buraco negro é a idade da Via Láctea. Segundo astrônomos, a fome desenfreada observada em outros buracos negros provavelmente aconteceu há muito tempo na nossa galáxia, que é mais antiga que muitas outras.

Fonte: MSNBC.

26 de nov. de 2009

Imagem do centro da Via Láctea combina a visão de três telescópio

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Imagens do espaço são sempre lindíssimas e incríveis, mas esta é ainda mais espetacular: está visão de dentro da nossa própria galáxia foi criada com a soma das imagens feitas por três telescópios diferentes da agência estadunidense de exploração espacial, a Nasa.
A foto em alta definição foi feita com imagens do centro da Via Láctea dos telescópios Hubble, uma imagem em infra-vermelho do Spitzer Space Telescope, e uma visão em raio-x do observatório Chandra. Ela foi criada para comemorar o Ano Internacional da Astronomia, que é marcado pelo aniversário de 400 anos desde que Galileu Galilei apontou seu telescópio para os céus, em 1609.

Para conferir a imagem em altíssima qualidade, clique aqui.

25 de nov. de 2009

O universo chegará ao fim mais cedo do que se pensava

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Há muito tempo físicos preveem que o universo acabará na chamada “morte térmica”, estado em que terá utilizado toda a sua energia e não poderá mais sustentar nenhum movimento. Porém, novos cálculos realizados por uma equipe de físicos australianos mostram que a morte térmica pode chegar mais cedo do que os cientistas acreditavam.
A morte térmica é baseada no conceito da entropia, que afirma que estados desordenados são mais estáveis que aqueles ordenados. Em uma experiência da vida real, por exemplo, pode se dizer que é mais fácil quebrar uma janela de vidro (estado ordenado) do que reorganizá-la ou criar uma nova janela – estado desordenado – ou seja, a janela permanecerá quebrada. Na escala do universo, sistemas complexos como estrelas, planetas e galáxias são como a janela de vidro, e os novos cálculos mostram que buracos negros supermassivos estão quebrando-os mais rapidamente do que imaginávamos.

Já era de conhecimento dos físicos que os buracos negros contribuem com a entropia do universo ao quebrar a matéria e energia em seus turbilhões gravitacionais, mas os cálculos sempre mostraram o nível da desordem com base nos buracos negros menores e mais frequentes.
Entretanto, o novo cálculo leva em consideração o poder destrutivo dos buracos negros supermassivos, que podem consumir galáxias inteiras. Os cientistas australianos descobriram que os cálculos antigos subestimavam quanto do universo esses buracos negros já “engoliram”

Porém, não é preciso começar a se preocupar com o fim do mundo: em uma escala humana, é como se o cálculo anterior afirmasse que o universo fosse morrer aos 90 anos. O novo cálculo descobriu que ele está mais próximo desta idade do que dos 50 anos. Mas é claro que as estimativas envolvem a morte térmica para daqui a bilhões de anos, então o universo ainda tem um bom tempo para aproveitar a velhice.

Retirado de PopSci.

24 de nov. de 2009

Detector de matéria escura é criado por cientistas

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Este curioso objeto é um bolômetro cintilante, criado por cientistas da Universidade de Zaragoza, na Espanha, para medir matéria escura. Acredita-se que a matéria escura seja responsável por 20% de toda a matéria do universo. Ela é invisível, mas sabemos que ela está por aí, flutuando, pois ela afeta fortemente o comportamento de galáxias e estrelas. O problema é que até hoje cientistas não conseguiram desenvolver técnicas eficazes para detectar a matéria.

De acordo com o físico Eduardo Abancens, o bolômetro deve, em teoria, conseguir detectar a matéria escura. Ele é constituído de um cristal tão puro que pode conduzir a energia gerada por uma única partícula de matéria escura. Este cristal fica inserido dentro de uma embalagem de chumbo, para evitar a ação de raios cósmicos.
O instrumento de apenas 40 gramas será enterrado a quase um quilômetro de profundidade sob rochas, e será congelado a uma temperatura próxima ao zero absoluto – quando as moléculas praticamente param de se mover, que equivale a 273 graus negativos. Deste modo, se uma partícula de matéria escura colidir com um átomo do cristal, os cientistas poderão confirmar a presença da matéria pela mudança de temperatura no aparelho.

Por Plataforma Sinc.

Estranho portal conecta Terra ao Sol

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Portais magnéticos se abrem aproximadamente a cada oito minutos para conectar nosso planeta com o Sol.

Quando o portal se abre, cargas de partículas altamente energéticas podem viajar 150 milhões de km através da passagem, de acordo com cientistas espaciais.
O fenômeno recebeu o nome “evento de transferência de fluxo” ou FTE (de flux transfer event, em inglês). Ele é real e ocorre com o dobro da freqüência que qualquer pessoa poderia imaginar. “Dez anos atrás eu tinha certeza que eles não existiam, mas agora a evidência é irrefutável”, disse o astrofísico estadunidense David Sibeck.
 
Explosões dinâmicas

Os pesquisadores já sabiam que a Terra e o Sol deveriam estar conectados. Por exemplo, partículas solares incidem na Terra constantemente por causa do vento solar e freqüentemente seguem as linhas do campo magnético que conectam a atmosfera do Sol com a terra firme. As linhas do campo permitem que as partículas penetrem a magnetosfera da Terra; o escudo magnético que envolve nosso planeta.
Uma das hipóteses sobre a formação do evento é que o lado da Terra que está de frente para o Sol pressiona o campo magnético da Terra contra o campo magnético do Sol. E a cada oito minutos os dois campos se conectam brevemente, formando um portal através do qual as partículas podem fluir. O portal toma a forma de um cilindro magnético com a largura da Terra.
Mais de um FTE podem se abrir em um mesmo momento e eles ficam abertos entre 15 e 20 minutos. Algumas medições foram feitas com sondas da Agência Espacial Européia e da NASA que voaram através destes cilindros e nas suas bordas. Apesar das sondas terem conseguido medir a largura de um FTE o seu comprimento ainda é incerto. Mas uma medida preliminar concluiu que teria mais de 5 raios da Terra (um raio da Terra tem cerca de 6.400 km).

O astrofísico Jimmy Raeder, da Universidade de New Hampshire, nos EUA, criou uma simulação computadorizada com estes dados e concluiu que os portais FTE cilíndricos tendem a se formar sobre o equador até que em dezembro eles deslizam sobre o Pólo Norte. Em julho eles deslizariam sobre o Pólo Sul.
Parece também que existem fluxos ativos e passivos o que faz com que ocorram com o dobro da freqüência que se pensava antes.
Os fluxos ativos permitem que as partículas passem com facilidade, formando dutos de energia importantes para a magnetosfera da Terra e os cilindros passivos ofereceriam mais resistência para as partículas que transitam.
Os cientistas ainda estão empenhados em descobrir porque os portais se abrem a cada oito minutos e como os campos magnéticos no seu interior se torcem e enrolam.

Por LiveScience.

23 de nov. de 2009

Gigantesco buraco negro é catapultado para o espaço

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Um colossal buraco negro foi flagrado saindo de sua galáxia natal, expelido depois de uma imensa fusão cósmica a uma velocidade inimaginável.

O evento, visto pela primeira vez, foi anunciando ontem.
Quando galáxias em colisão finalmente fundem se supunha que os buracos negros em seus centros pudessem se fundir também. Astrônomos já teorizaram que a liberação de energia resultante poderia propelir o novo buraco negro para fora de sua galáxia de origem, para o espaço vazio, mas ninguém havia observado o evento.
“Nós já observamos os estágios de pré-fusão de buracos negros”, disse Stefanie Komossa do Instituto Max Planck de física extraterrestre, parte da equipe que fez a nova descoberta. “Mas não havíamos visto a o evento da fusão em si.”
Stefanie e sua equipe agora detectaram as conseqüências de tal fusão: um buraco negro em processo de deixar a sua galáxia de origem.
“A conseqüência foi de que o buraco negro fundido, o produto final, o novo buraco negro foi expelido da galáxia”, disse Stefanie, Os resultados da equipe serão detalhados na edição de 10 de maio da revista científica Astrophysical Journal Letters.

Singular velocidade

“Na coalescência final, ou fusão, destes dois buracos negros é emitido um estouro gigante de ondas gravitacionais”, ela disse. “Como estas ondas são emitidas em uma única direção, o buraco negro então é expulso na outra direção”.
De acordo com algumas simulações teóricas o “chute” que o buraco negro toma é similar ao recuo de uma arma podendo propelir o buraco negro a muitos milhares de quilômetros por segundo. Este buraco negro foi observado correndo a 2.650 km/s (9,5 milhões de km/h).
Como a atração da galáxia não é páreo para esta incrível velocidade o buraco negro “inevitavelmente irá para o espaço intergaláctico”, disse Stefanie.

Por Livescience.

17 de nov. de 2009

Planetas são avistados pela primeira vez fora de nossa galáxia

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Descobertas de planetas fora do Sistema Solar na Via Láctea tem acontecido regularmente de alguns anos para cá, com 403 encontrados desde o primeiro avistado em 1995.
No entanto, cientistas que estiveram estudando galáxias remotas, alguns até 10 bilhões de anos-luz de distância, acreditam que viram sinais de formação planetária dentro delas – a primeira grande evidência encontrada.
Erin Mentuch e uma equipe da Universidade de Toronto observaram 88 galáxias remotas, cada qual tão longe que a luz que chegava à Terra era de quando a galáxia tinha entre a metade e um quarto de sua idade atual, que é de 13,7 bilhões de anos. Isso é muito longe para estrelas individuais serem feitas.
Quando a equipe estudou os comprimentos de onda da luz emitida por essas galáxias, descobriu, como esperado, que atingiu dois principais comprimentos de ondas – um pequeno, a luz advinda de estrelas incandescentes, e um longo, o calor fraco vindo da poeira interestelar.
O que eles não esperavam era um terceiro comprimento de onda, com um pico menor entre eles, muito quente para ser poeira e muito frio para ser de estrelas.
A equipe diz que a fonte mais provável dessa radiação inesperada poderia ser “discos cincuntelares” – os enormes círculos de poeira, gás e rochas que vão se unir sob a sua própria gravidade em sistemas solares.
Roberto Abraham, outro membro da equipe, disse: “É o resultado mais surpreendente no qual eu já trabalhei”. Ele diz que a descoberta poderia mostrar se a taxa de formação de planetas mudou à medida que o Universo envelheceu.
A pesquisa será publicada no The Astrophysical Journal.
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