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13 de mai. de 2010

Gaivota sobrevive com dardo na cabeça

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Um fotógrafo registrou na cidade de Scarborough,na Grã-Betanha, uma imagem um tanto estranha:
    A gaivota estava voando normalmente, sem nenhum outro machucado visível,além de um dardo atravessando sua cabeça,logo acima dos olhos.

    Graham Rhodes,o fotógrafo, acha que o objeto foi lançado por um tipo de arco e flecha medieval chamado besta, e demonstrou preocupação:

   "Se eles estão atirando em gaivotas no céu e erram a mira, os dardos têm de ir para algum lugar e podem acabar ferindo alguém", afirmou Rhodes ao jornal Scarborough Evening News. "É impressionante que o pássaro ainda esteja voando com um dardo em sua cabeça, porque o peso do objeto deveria restringir seus movimentos."
   
    Você pode ler a matéria completa no Terra Ciência.
   

6 de mai. de 2010

Aquecimento Global: Pesquisas dizem que a temperatura do planeta pode ultrapassar os limites toleráveis

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Pesquisas feitas pela Universidade de Purdue e a Universidade de Nova Gales do Sul, na Austrália, apontam que se as emissões de gás continuarem como estão, as temperaturas da umidade do ar podem exceder pela primeira vez na humanidade os níveis toleráveis para sobrevivência.

Vale lembrar que a temperatura da umidade do ar é sempre mais baixa que a temperatura real que vemos em termômetros, por isso as indicações de "sensação térmica" serem maiores que a temperatura mercada nos termômetros. Lugares em que o ar é seco, a sensação térmica é menor que a temperatura real.

Para um humano ter a temperatura do corpo constante, o ar ao seu redor deve ser mais frio que o da pele, que este por sua vez deve ser mais frio que o corpo, quanto mais fria a pele, mais ela vai absorver o calor do corpo, e então liberar para o ambiente.

O pesquisador Huber diz que estas temperaturas intoleráveis ocorreram a cerca de 50 milhões de anos atrás, e tem a possibilidade de ocorrer novamente. Ele acrescenta, "Se considerarmos esses cenários pessimistas o quanto antes, talvez possamos fazer algo para enfrentar esses riscos através da diminuição do calor ou até avanços tecnológicos que nos permitam se adaptar."

Para ler a matéria completa, em inglês, acesse o site da Science Daily.
(Tradução de nossa autoria)

A minha opinião sobre a matéria é que creio sim que venha ocorrer isto futuramente, e será exatamente isto que irá fazer com que a raça humana entre em extinção, logo depois vindo uma nova era do gelo. É o ciclo da vida do nosso planeta, isso já ocorreu várias vezes e irá acontecer de novo.

13 de jan. de 2010

Pistola sônica natural

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A natureza e suas loucuras.
Hoje lhes apresento o snapping shrimp ou pistol shrimp, como é conhecido este camarão que possui garras assimétricas, sendo que a maior é capas de causar um estalo altíssimo, usado como pistola sônica.


Esses camarões competem com animais oceânicos maiores, como cachalotes e belugas, pelo título de “animal mais barulhento do mar”.
Quando ocorre o disparo a garra lança um forte jato de água que pode atingir até 100km/h.Esse disparo gera em seu rastro uma bolha de baixa pressão, num processo chamado cavitação.Quando a pressão da bolha estabiliza, ela implode com um ruído ensurdecedor, que pode chegar a 200dB e isso tudo, ocorre num intervalo de apenas 300 microssegundos.
Usando aparelhagem adequada os pesquisadores conseguiram captar um flash de luz quando a bolha implode, que indica que a temperatura interna da bolha é a mesma da superfície do Sol, naquele momento.
Esse fenômemo é chamado sonoluminescência e, esse é o primeiro indício de um animal produzindo luz através desse efeito na natureza.
Veja no vídeo a seguir imagens impressionantes do momento em que uma outra espécie de camarão é alvejada pelo equipado crustáceo.

Abaixo um vídeo, em inglês, demonstrando a ação deste fantástico crustáceo.

11 de jan. de 2010

Lindos fenômenos da natureza

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1. Maré vermelha

A maré vermelha ocorre por um desiquilibrio ecológico e a proliferação excessiva de algas tóxicas.
fenômeno-maré-vermelha-Florida

2. As pedras que se movem































Até hoje ninguém conseguiu explicar por que, misteriosamente, pedras de centenas de quilos deslocam-se do seu ponto de origem pelo deserto de Death Valley. Alguns pesquisadores atribuem tal fenômeno aos fortes ventos e superfície gelada, mas esta teoria não explica, no entanto, por que as pedras se movem lado a lado, em ritmo e direções diferentes. Além disso, cálculos físicos não apóiam plenamente esta teoria.

3. Arco-Íris de fogo
































Este raro fenômeno só ocorre quando há a participação do sol e das nuvens. Cristais dentro das nuvens refratam a luz em várias ondas do espectro, fazendo surgir cores entre as nuvens. Devido a raridade com que este evento acontece, existem poucas fotos.

4. Nuvens Mamatus

































Aparentemente assustadoras, as nuvens Mammatus também são mensageiras de tempestades e outros eventos meteorológicos extremos. Normalmente compostas de gelo, elas podem se estender por centenas de quilômetros em vários sentidos e formações, permanecendo visíveis e estáticas entre 10 minutos e 1 hora. Embora pareçam portadoras de más notícias, elas são apenas mensageiras, aparecendo antes e/ou depois de uma grande mudança meteorológica.

5. Colunas de Basalto
































Este fenômeno ocorre com o esfriamento de um fluxo de lava espessa, formando uma malha geométrica com notável regularidade. Um dos famosos exemplos é o Giant´s Causeway, na costa da Irlanda (fotos), embora a maior e mais conhecida seja Devil´s Tower em Wyoming.

6. Círculos de Gelo

































Enquanto muitos acreditem que estes círculos perfeitos sejam obra de alguma teoria da conspiração, os cientistas geralmente aceitam que eles são formados por turbilhões d’água que giram em um considerável pedaço de gelo, em um movimento circular. Como resultado desta rotação, outros pedaços de gelo e objetos gerados pelo desgaste uniforme nas bordas do gelo vão lentamente formando um círculo.

7. Buracos Azuis

































Os buracos azuis são gigantes elevações subaquáticas, que levam este nome pela tonalidade de azul que apresentam quando vistos do alto. Normalmente possuem centenas de metros de profundidade e tem ambiente desfavorável para a vida marinha, já que a circulação de água é ruim. Curiosamente, em alguns buracos foram encontrados restos fósseis preservados em suas profundezas.

8. O Sol da meia-noite

sol-da-meia-noite-bloguei 


Este Fenômeno natural ocorre nas latitudes acima de 66º 33’ 39″ N ou S, ou seja, para além do círculo polar ártico ou do círculo polar antártico, quando o Sol não se põe durante pelo menos 95 horas seguidas. Em latitudes superiores a 80 graus, o Sol não se põe por mais de setenta dias sem o verão, ou seja, não há noites durante mais de dois meses. É um dos mais bonitos fenômenos naturais de que se tem registro.

9. Tempestades sem fim da Venezuela


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O misterioso “Relámpago del Catatumbo” é um fenômeno natural único no mundo. Localizado onde o rio Caratumbo desemboca no lago Maracaibo (Venezuela), o fenômeno consiste em relâmpagos de nuvem entre nuvem que forma arcos voltaicos com mais de cinco quilômetros de altura durante 150 dias do ano, 10 horas por noite, 280 vezes por hora.

10. Tubos de Lava



tubos de lava 

Tubos de lava fazem parte deste fenômeno natural,  são condutos naturais através dos quais a lava chega à superfície formando um tunel.  quando o fluxo de lava sessa e a rocha esfria deixa um longo canal semelhante à uma caverna. Quando estes túneis são formados simultaneamente à rocha que os envolvem ganham o título de caverna ídonea. Eu morreria de medo de passar dentro de um deles.

11. Incríveis formações no gelo


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No Estreito de Mackinaw perto da cidade de Mackinaw no lago Lake, na fronteira entre canadá e EUA, Este fenônomeno natural é definido como:  formações “rochosas” espessas de gelo e após racharem formam “ondas congeladas”.

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27 de nov. de 2009

Criaturas exóticas são encontradas nas negras profundezas do mar.

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Um pepino do mar transparente avistado a 2,75 km de profundidade ao norte do Golfo do México

A escuridão das profundezas do oceano é o lar de muito mais espécies do que se imaginava, de acordo com uma recentemente divulgação. De acordo com pesquisadores envolvidos na busca por novas espécies pelo Censo de Vida Marinha (CVM), um total de 17,650 espécies de animais como camarões, corais, estrelas do mar e caranguejos foram identificados em até 5 quilômetros de profundidade.
“A diversidade da vida marinha é muito maior do que acreditávamos”, afirma Robert Carney, da Universidade de Louisiana, nos Estados Unidos. A luz consegue penetrar em até, no máximo, 200 metros nos oceanos. Além disso, profundidades maiores que isso têm uma enorme pressão, que sempre fez com que a região fosse conhecida como um habitat hostil.
Fora da área onde a luz chega, os animais têm que explorar bactérias ou carcaças como alimento. Entre as criaturas descobertas pelo Censo, estão águas-vivas bioluminescentes e criaturas octópodes com barbatanas, apelidadas de “Dumbos”, porque movem as barbatanas, que se assemelham a orelhas, como o elefante do desenho animado.















Um longo peixe alaranjado identificado como um Neocyema

Os “Dumbos” têm aproximadamente dois metros de comprimento, e são algumas das maiores criaturas encontradas no fundo do mar, juntamente a tubarões e uma água-viva gigante. “Acredita-se que as águas-vivas deste tipo podem ser maiores que as baleias azuis”, afirma Mike Vecchione, que participou das descobertas. O Censo é um projeto de dez anos de duração, e deve ser completado até outubro de 2010.

Poços de petróleo

m uma parte do Golfo do México, os pesquisadores encontraram vermes gigantes a 990 metros de profundidade. Quando o robô usado nas pesquisas levantou o animal do local em que ele estava, ao fundo do mar, os pesquisadores descobriram que o verme estava se alimentando de restos de petróleo em decomposição.
Carney afirma que as empresas de petróleo se concentram mais em pesquisas geológicas para descobrir depósitos de petróleo, mas que a presença destes vermes pode também funcionar como um sinal. “Você com certeza encontrará uma fonte de metano ou petróleo líquido na região onde estes vermes gigantes vivem”, alerta.

















Um polvo “Dumbo”, que recebeu o nome por causa das abas parecidas com orelhas

Ainda assim, o pesquisador afirma que muitos cientistas ficam incomodados com a visão de que a profundidade do oceano não é importante, e que uma viagem para explorar os recursos estaria além dos conhecimentos que se tem sobre o local. Carney aceita que ainda se sabe pouco sobre a vida marinha em grandes profundidades. Recentemente, apenas sete de 680 espécies de pequenos crustáceos coletadas no sudeste do oceano Atlântico foram identificadas. Outra viagem à mesma região revelou a existência de um verme que se alimenta de ossos de baleia, chamado de Osedax.
Embora nas grandes profundidades o oceano não tenha luminosidade natural, os animais são, muitas vezes, bioluminescentes e têm olhos que funcionam normalmente. Algumas criaturas que vivem na área iluminada às vezes fazem visitas às profundidades: os cientistas encontraram um elefante marinho a 2,388 metros de profundidade.
Apesar da enorme biodiversidade encontrada no local, os cientistas alertam que o aquecimento global, alimentado pelas atividades humanas, pode estar afetando a vida marinha a grandes profundidades. “Existem algumas evidências do aquecimento em áreas profundas, além de aumento de acidificação da água”, afirma Vecchione


Retirado de Reuters.
  

19 de nov. de 2009

Dirigir um carro é mais ecológico do que ter um cachorro

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Será que ter um animal de grande porte faz com que você seja tão ecologicamente incorreto como quem tem um carro que gasta muita gasolina? A resposta é sim, de acordo com Robert e Brenda Vale, especialistas em estilo de vida sustentável da Universidade de Victoria, na Nova Zelândia. A dupla é autora do livro Time to Eat the Dog: The real guide to sustainable living (sem edição brasileira), em que comparam o impacto ambiental de vários animais de estimação e de vários estilos de vida – e o resultado não é bom.
Segundo o livro, gatos e cachorros gastam muitos recursos naturais, além de acabar com populações de vida selvagem, espalhar doenças e piorar a poluição. Para medir o impacto ambiental animal, a dupla analisou os ingredientes de marcas comuns de alimentos para animais de estimação. Eles calcularam, por exemplo, que um cachorro de porte médio consome 90 gramas de carne e 156 gramas de cereais na sua porção recomendada de 300 gramas de ração. Como a ração é seca, isso equivale a 450 gramas de carne fresca e 260 gramas de cereais, o que significa que, ao fim do ano, o Totó consome 164 quilos de carne e 95 quilos de cereais.

Os autores chamam a atenção que é preciso 43 metros quadrados para criar um quilo de frango por ano, e muito mais para carne bovina. Para os cereais o terreno é de 13 metros quadrados por kg de grãos produzidos. Para um cão de médio porte, a sua ocupação é de 0,84 hectares, enquanto o de um cão de grande porte, como um pastor alemão, é de 1,1 hectare.
Já um utilitário esportivo grande como um Toyota Land Cruiser, utilizado na comparação do livro, dirigindo 10 mil quilômetros anuais, usa 55,1 gigajoules de energia, incluindo aquela necessária para abastecer o veículo e para construí-lo. Um hectare de terra pode produzir aproximadamente 135 gigajoules anuais, fazendo com que o impacto do carro seja de 0,41 hectares – menos da metade de um cachorro de tamanho médio.
 
Impacto animal

É claro que também existem vários outros animais domésticos. Pensando nisso, Robert e Brenda calcularam que gatos têm um impacto ambiental de aproximadamente 0,15 hectares — um pouco menor que um campo Golf, hamsters têm um impacto de 0,014, e canários têm a metade disso. Até mesmo um peixe requer 3,4 metros quadrados de terra para se sustentar — o mesmo necessário para a construção de dois celulares.
A pesquisa chamou a atenção de David Mackay, físico e novo conselheiro de energia do governo britânico. Segundo Mackay, é importante que as pessoas pensem muito antes de adquirir um animal de estimação, tanto quanto ao comprar um carro. “Se uma escolha no estilo de vida usa mais de 1% do seu impacto ambiental, então vale a pena refletir sobre esta escolha”, diz. “Os animais de estimação merecem esta atenção: segundo minhas estimativas, este impacto é de aproximadamente 2% para os gatos, e maior para grande parte dos cães”, completa Mackay.


De acordo com Robert e Brenda Vale, a estimativa de gatos de estimação nos dez países que mais têm este animal leva a um consumo de quase 400 mil quilômetros quadrados, espaço equivalente mais metade do território da Nova Zelândia. Outras cinco Novas Zelândias seriam necessárias ara alimentar os cães dos dez países com o maior número destes animais.
Além disso, os animais têm outros tipos de impacto ambiental. Por exemplo, no Reino Unido, os 7,7 milhões de gatos matam aproximadamente 188 milhões de animais selvagens todos os anos – uma média de 25 pássaros, mamíferos e sapos por gato. Este hábito dos gatos pode causar a fome de predadores, que ficam com uma menor quantidade de alimento.
Os cachorros não são totalmente inocentes sobre o impacto em animais selvagens: uma pesquisa realizada em 2007 na Universidade de New South Wales, na Austrália, mostrou que, em locais em que cachorros passeiam com seus donos, o número de pássaros tinha 36% menos diversidade e 41% menos pássaros no total.
Outro problema sério, principalmente em áreas urbanas, são as fezes dos animais de estimação. Um estudo realizado em Nashville, nos Estados Unidos, indica que este é um problema culpado por grande parte do aumento dos níveis de bactérias em rios e riachos depois de chuvas intensas. O excremento de gatos é particularmente tóxico: em 2002 lontras marinhas estavam morrendo de uma doença cerebral causada pelo parasita Toxoplasma gondii, causador da toxoplasmose em humanos. O parasita é encontrado em fezes de gatos, que vai para os riachos, acabando por afetar lontras, golfinhos e baleias com a doença.

O que fazer?

A questão é: o que uma pessoa preocupada com o meio ambiente pode fazer para reduzir o impacto de seus animais – que também não podem ser largados na rua? Uma mudança na dieta de seu animal pode ajudar: alimentar seu cão com alimentos feitos em casa. Além disso, o gato pode parar de comer rações feitas com pedaços selecionados de carne e passar a ser alimentado com aquelas que usam restos de peixes, por exemplo.
Donos de cachorros também devem evitar andar com os animais em áreas com muitos animais soltos, e os donos de gatos devem fazer o máximo para manter os felinos dentro de casa, onde não possam atacar pássaros. “Gatos têm hábitos noturnos, então a coisa mais importante que você pode fazer para reduzir os problemas causados pelos gatos é mantê-los dentro de casa à noite”, afirma Michael Woods, da Sociedade de Mamíferos de Southampton, no Reino Unido. Além disso, é muito importante castrar seus bichos de estimação, para que o número de animais não aumente muito e piore o problema ambiental — e dos animais, que ficam sujeitos a todo tipo de doenças e agressões na rua.

E se você está pensando em adquirir um animal para a sua companhia? “Os animais compartilhados são a melhor escolha, como gatos ou cachorros de rua”, afirma Robert Vale. Porém, se você faz questão de ter um animal em casa, pense em dar uma dupla função a eles. Vale sugere galinhas, por exemplo, que podem também botar ovos para seu consumo ou até – se você tiver estômago: coelhos. “Eles não fazem mal ao meio ambiente se você comê-los”, afirma o autor.

Retirado de New Scientist

8 de nov. de 2009

Erupção no Mar Egeu, há mais de 3 mil anos, produziu ondas monstruosas

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A grande erupção do vulcão Thera no Mar Egeu, há mais de 3 mil anos, produziu ondas monstruosas que percorreram centenas de quilômetros do leste do Mediterrâneo para inundar a área que hoje é Israel e provavelmente outras regiões costeiras, descobriu uma equipe de cientistas.

Os pesquisadores, em artigo publicado na edição de outubro da "Geology", disseram que a nova evidência sugere que tsunamis gigantes da erupção catastrófica atingiram "áreas costeiras por todo o litoral do leste do Mediterrâneo".

Tsunamis são ondas gigantes que podem atingir a costa, rearranjar o leito do mar, inundar vastas áreas de terra e carregar material terrestre para o mar.

A região, na época, era habitada por civilizações em ascensão em Creta, Chipre, Egito, Fenícia e Turquia.

Durante décadas, estudiosos sugeriram que a erupção gigante, a apenas 112km de Creta, pode ter causado o misterioso colapso da civilização minóica no seu apogeu. Os remanescentes da erupção do Thera hoje formam um arquipélago circular de ilhas vulcânicas gregas conhecidas como Santorini.

Acredita-se que Thera tenha entrado em erupção entre 1630 e 1550 a.C., ou final a Idade do Bronze, uma época em que muitas culturas humanas produziam ferramentas e armas de bronze.

Estudiosos afirmam que os tsunamis e as nuvens densas de cinzas vulcânicas originadas da erupção tiveram repercussões culturais que ecoaram por todo o leste do Mediterrâneo por décadas, até séculos.

A queda da civilização minóica é geralmente datada ao redor de 1450 a.C. Geólogos julgam que a erupção tenha sido muito mais violenta que a erupção da ilha vulcânica de Krakatoa, na Indonésia, que matou mais de 36 mil pessoas em 1883.

Escavações
Os cinco pesquisadores sobre os tsunamis vieram da Haifa University, em Israel; da Hunter College, em Nova York, McMaster University, no Canadá; e University of Hawaii, no Havaí.

A equipe realizou suas escavações fora de Cesareia, Israel, uma cidade costeira que data da época do império romano e bizantino. A região costeira era apenas esparsamente habitada na época da erupção do Thera, sem nenhuma cidade identificável.

  • Aspas Essas descobertas constituem a evidência mais abrangente até hoje de que o tsunami precipitado pela erupção de Santorini alcançou a extensão máxima do leste do Mediterrâneo"
A equipe submergiu meia dúzia de tubos no leitor do mar longe da costa e recolheu sedimentos para análise. Eles buscavam sinais padrões da agitação do tsunami, incluindo pedra-pomes (a rocha vulcânica que se solidifica a partir de larva espumosa), padrões especiais de microfósseis, materiais culturais de habitações humanas e seixos de praia que raramente aparecem em águas mais profundas.

Em artigo publicado na "Geology", um jornal publicado pela Geological Society of America, a equipe relatou ter descoberto evidências de três tsunamis – dois historicamente documentados, datados dos anos 115 e 551 d.C., e um da época da erupção do Thera.

Os tsunamis do Thera, escreveu a equipe de pesquisadores, deixaram uma camada peculiar no leito do mar de seixos arredondados, padrões especiais de moluscos e inclusões características em fragmentos rochosos, todos orientados para a mesma direção.

A camada agitada, de até 40cm, veio de alguns metros abaixo do leito oceânico em águas de até 20 metros de profundidade.

"Essas descobertas", escreveu a equipe de pesquisadores, "constituem a evidência mais abrangente até hoje de que o evento do tsunami precipitado pela erupção de Santorini alcançou a extensão máxima do leste do Mediterrâneo".

Os pesquisadores acrescentaram que, se as ondas gigantes eram grandes o suficiente para chegar até Israel, "então possivelmente outras regiões costeiras do final da Idade do Bronze por todo o litoral do leste do Mediterrâneo também foram afetadas".
 O meio científico está cada vez mais descobrindo fatos que ocorreram antigamente, isto é bom, só espero que um dia ainda revelem sobre as maiores conspirações de hoje em dia e derrubem a máscara do vaticano.

27 de out. de 2009

As abelhas estão sumindo - Cientistas descobrem o motivo

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Não faz muito tempo que as abelhas começaram a sumir sem deixar rastros de suas colméias. Estima-se que cerca de 40% das abelhas nos EUA, desapareceram nos últimos 12 meses.

As abelhas estão todas trabalhando, seguindo seus instintos, quando simplesmente do nada elas enlouquecem e abandonam a colmeia. Não há rastros para onde foram ou se ainda estão vivas, sem corpos ao redor das colméias. O comportamento é estranho e acontece no mundo inteiro.
A sindrome que ataca estas abelhas foi nomeada de colony collapse disorder ("desordem de colapso de colônia", em inglês). Nos EUA, 50 bilhões de abelhas - 40% das colmeias do país - sumiram, tornando assim o país mais afetado por esta síndrome. Foi em 2006 que os primeiros casos ocorreram, mas só agora os cientistas descobriram o que está havendo. "É uma infecção por vírus, que danifica o código genético dos insetos",  afirma a entomóloga May Berenbaum, da Universidade de Illinois. O vírus ainda não foi isolado, ele causa modificações em 65 genes dos insetos. De acordo com os estudiosos, não é só a falta de mel que será consequência desta sindrome. As abelhas são responsáveis pela polinização de mais de 120 mil espécies de plantas floríferas que existem no mundo. Se um mundo sem abelhas já seria ruim, imagine sem flores.

Texto original de Marcella Chartier. Adaptação por João Textor. Retirado da revista Super Interessante edição 271 novembro/2009.


Mais um artigo tirado da revista Super Interessante, estou com ela aqui do lado folhando e anotando os artigos que irão virar posts aqui no Blog, e não serão poucos :)

Um abraço e boa noite.

26 de out. de 2009

Como reduzir o carbono na natureza

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Recebi minha Super Interessante hoje e vi um site da petrobrás que contém notícias pra postar em blogs e sites. Bem, resolvi postar uma noticia legal aqui :D



Espero que gostem :)
Lomadee, uma nova espécie na web. A maior plataforma de afiliados da América Latina