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18 de mai. de 2010
Estudo pode explicar o envelhecimento
Brooke Greenberg é uma menina de 17 anos. Mas algo nela chamou muito a atenção dos cientistas: com 17 anos, ela tem um corpo de um bebê de 1 ano, e se comporta como tal. A menina está ajudando em estudos sobre os genes que nos faz envelhecer.
"Ela pode ter uma mutação genética dos genes que controlam sua idade e seu desenvolvimento, como se ela tivesse congelado no tempo. Se pudermos comparar seu genoma, seremos capazes de descobrir os genes e saber exatamente como agem e como podem ser controlados" - diz Richard Walker, líder do estudo. A teoria é que o envelhecimento é controlado por uma pequena quantidade de genes e entendê-los pode abrir possibilidades para terapias que retardam o envelhecimento e melhoram a qualidade de vida.
Brooke vive no EUA,junto dos seus pais e suas três irmãs. Ela ainda não aprendeu a falar ou a caminhar, não tem dentes, mas os pais dizem que ela se comunica do seu jeito,de modo que eles conseguem entender a filha.Ela já sofreu convulsões e problemas respiratórios, o que leva os cientistas a pensarem que talvez ela esteja envelhecendo.
O cientista diz que, se conseguirem identificar esse gene mutante pelo DNA da menina, podem fazer testes em laboratório para retardar ou acelerar o envelhecimento, e até descobrir o por que de sermos mortais.
Leia a matéria completa no site O Globo.
17 de mai. de 2010
Hormônio de crescimento aumenta riscos de câncer de mama
O hormônio de crescimento (IGF - 1), usado na infância para potencializar o crescimento da criança, aumenta os riscos do câncer de mama. Isso porque o efeito do hormônio é uma multiplicação rápida de células. O estudo foi publicado pela revista Lancet.
Já haviam pesquisas sobre o assunto, mas esta atual, realizada por cientistas da Universidade de Oxford, observa cerca de 5 mil mulheres com câncer de mama em 12 países. Segundo as pesquisas, foi concluído que 20% das mulheres com mais hormônio de crescimento no sangue,têm 28% mais chances de adquirir a doença, ao contrário de 20% de mulheres com menos hormônios.
"Ver conjuntamente todas as informações disponíveis sobre o tema nos fornece evidências conclusivas que demonstram que, quanto maior for o nível de IGF-1 no sangue, maior é o risco de câncer de mama", disse Tim Key, um dos autores do estudo.
Lesley Walker, outro participante do estudo, disse que o mesmo hormônio pode causar câncer de próstata.
Leia mais sobre o assunto no Terra Ciência.
Já haviam pesquisas sobre o assunto, mas esta atual, realizada por cientistas da Universidade de Oxford, observa cerca de 5 mil mulheres com câncer de mama em 12 países. Segundo as pesquisas, foi concluído que 20% das mulheres com mais hormônio de crescimento no sangue,têm 28% mais chances de adquirir a doença, ao contrário de 20% de mulheres com menos hormônios.
"Ver conjuntamente todas as informações disponíveis sobre o tema nos fornece evidências conclusivas que demonstram que, quanto maior for o nível de IGF-1 no sangue, maior é o risco de câncer de mama", disse Tim Key, um dos autores do estudo.
Lesley Walker, outro participante do estudo, disse que o mesmo hormônio pode causar câncer de próstata.
Leia mais sobre o assunto no Terra Ciência.
11 de mai. de 2010
Testes Genéticos são distribuídos em farmácias do EUA
Foi confirmada hoje pela firma americana de biotecnologia Pathway Genomics a distribuição de testes genéticos feitos para detectar riscos de doenças,como o Alzheimer. Alguns testes como esses já eram disponibilizados pelas empresas via internet,mas é a primeira vez que os testes são comercializados em grande quantidade para consumo em massa.
Testes de paternidade e descendência já estão sendo distribuídos em várias farmácias especializadas no EUA. O kit feito pela Pathway Genomics chamado "Insight Saliva Collection" tem instruções simples: basta recolher uma amostra de saliva, e enviá-la ao laboratório, no envelope que acompanha o kit.
O preço do produto varia entre 20 e 30 dólares, e pode ser encontrado na rede de farmácias Walgreen. Já no estado de Nova York, a compra do teste só pode ser afetuada pelo site da farmácia, fazendo um cadastro. Outros testes, como para reações de algumas substâncias,como a cafeína, entre outras, custa em média 79 dólares. Por 179 dólares, os casais que planejam filhos podem saber se são portadores de variações genéticas, que podem ser passadas para à criança. Pelo mesmo valor, podem saber se há predisposição à câncer de pulmão, leucemia, esclerose múltipla ou doenças cardiovasculares.
Você pode ler a matéria completa no Terra Ciência.
Testes de paternidade e descendência já estão sendo distribuídos em várias farmácias especializadas no EUA. O kit feito pela Pathway Genomics chamado "Insight Saliva Collection" tem instruções simples: basta recolher uma amostra de saliva, e enviá-la ao laboratório, no envelope que acompanha o kit.
O preço do produto varia entre 20 e 30 dólares, e pode ser encontrado na rede de farmácias Walgreen. Já no estado de Nova York, a compra do teste só pode ser afetuada pelo site da farmácia, fazendo um cadastro. Outros testes, como para reações de algumas substâncias,como a cafeína, entre outras, custa em média 79 dólares. Por 179 dólares, os casais que planejam filhos podem saber se são portadores de variações genéticas, que podem ser passadas para à criança. Pelo mesmo valor, podem saber se há predisposição à câncer de pulmão, leucemia, esclerose múltipla ou doenças cardiovasculares.
Você pode ler a matéria completa no Terra Ciência.
10 de mai. de 2010
Novo teste genético identifica diferentes tipos de câncer de mama
Um simples teste genético que usa apenas três genes está entre os mais efetivos meios de classificação de câncer de mama entre sub-tipos. Estas pesquisas são um passo significante em trazer tratamentos mais personalizados para câncer de mama. O novo método foi divulgado por pesquisadores dos EUA em uma conferência de câncer de mama em Bruxelas, Bélgica.
O estudo é baseado no já existente fato que câncer de mama não é uma doença biologicamente homogênea, e sim composta por vários sub-tipos de moléculas em que cada uma é caracterizada por um perfil distinto de genes.
"São estas diferenças que explicam, ao menos em parte, o porquê de pacientes que tem tumores aparentemente iguais possam ter experiências clínicas devido ao tratamento totalmente diferentes", diz Dr. Benjamin Haibe-Kains, do instituto Dana-Farber em Bostom, EUA. Ele também acrescenta, que é por estes motivos que se tem urgência na criação de uma ferramenta para fornecer aos clínicos um método para classificar os sub-tipos de câncer de mama, facilitando as decisões terapêuticas.
Vários grupos de pesquisadores já criaram uma gama de traços genéticos para classificar os sub-tipos de câncer de mama, mas a confiabilidade destes métodos foi posta em questão.
O Dr. Haibe-Kains e seu grupo realizaram o maior estudo até agora sobre os sub-tipos de câncer de mama, e descobriram que usando o atual Modelo de Classificação de Sub-tipos (Sub-type Classification Model - SCM, em inglês), em conjunto com um modelo simples que usam apenas três genes - ESR1, ERBB2 e AURKA - foram significativamente mais precisos que os outros métodos.
Para ler o artigo completo, em inglês, acesse-o no site Science Daily.
(Tradução de nossa autoria)
O estudo é baseado no já existente fato que câncer de mama não é uma doença biologicamente homogênea, e sim composta por vários sub-tipos de moléculas em que cada uma é caracterizada por um perfil distinto de genes.
"São estas diferenças que explicam, ao menos em parte, o porquê de pacientes que tem tumores aparentemente iguais possam ter experiências clínicas devido ao tratamento totalmente diferentes", diz Dr. Benjamin Haibe-Kains, do instituto Dana-Farber em Bostom, EUA. Ele também acrescenta, que é por estes motivos que se tem urgência na criação de uma ferramenta para fornecer aos clínicos um método para classificar os sub-tipos de câncer de mama, facilitando as decisões terapêuticas.
Vários grupos de pesquisadores já criaram uma gama de traços genéticos para classificar os sub-tipos de câncer de mama, mas a confiabilidade destes métodos foi posta em questão.
O Dr. Haibe-Kains e seu grupo realizaram o maior estudo até agora sobre os sub-tipos de câncer de mama, e descobriram que usando o atual Modelo de Classificação de Sub-tipos (Sub-type Classification Model - SCM, em inglês), em conjunto com um modelo simples que usam apenas três genes - ESR1, ERBB2 e AURKA - foram significativamente mais precisos que os outros métodos.
Para ler o artigo completo, em inglês, acesse-o no site Science Daily.
(Tradução de nossa autoria)
1 de fev. de 2010
DESCOBERTA REVOLUCIONA O TRATAMENTO DE LEUCEMIA
Uma notícia ótima para a saúde: uma descoberta de cientistas americanos que revoluciona o tratamento da leucemia. O correspondente Luís Fernando Silva Pinto mostra por que essa novidade pode diminuir muito a espera por transplante de medula óssea.
A nova técnica elimina a necessidade de buscar doadores de medula compatíveis para salvar quem sofre de leucemia, uma espécie de câncer que ataca os glóbulos brancos presentes no sangue.
As células-tronco retiradas do cordão umbilical de um recém-nascido contêm células que ainda não têm as características que podem provocar a rejeição do sistema imunológico. Por isso, poderiam ser transplantadas em qualquer paciente.
Os cientistas do centro de pesquisas de câncer Fred Hutchinson, em Seattle, conseguiram, através de uma proteína, aumentar o pequeno número de células-tronco existente num cordão umbilical.
Com a nova técnica, eles multiplicaram 150 vezes a quantidade dessas células, produzindo o suficiente para suprir as necessidades do paciente.
A nova técnica representa potencialmente um avanço revolucionário no tratamento da leucemia. Resultados preliminares mostram que no grupo de dez pacientes que participaram da pesquisa, sete responderam positivamente ao tratamento e não mostram mais sinais da leucemia que sofriam.
Assista ao vídeo
Fonte: Portal da Saúde
A nova técnica elimina a necessidade de buscar doadores de medula compatíveis para salvar quem sofre de leucemia, uma espécie de câncer que ataca os glóbulos brancos presentes no sangue.
As células-tronco retiradas do cordão umbilical de um recém-nascido contêm células que ainda não têm as características que podem provocar a rejeição do sistema imunológico. Por isso, poderiam ser transplantadas em qualquer paciente.
Os cientistas do centro de pesquisas de câncer Fred Hutchinson, em Seattle, conseguiram, através de uma proteína, aumentar o pequeno número de células-tronco existente num cordão umbilical.
Com a nova técnica, eles multiplicaram 150 vezes a quantidade dessas células, produzindo o suficiente para suprir as necessidades do paciente.
A nova técnica representa potencialmente um avanço revolucionário no tratamento da leucemia. Resultados preliminares mostram que no grupo de dez pacientes que participaram da pesquisa, sete responderam positivamente ao tratamento e não mostram mais sinais da leucemia que sofriam.
Assista ao vídeo
Fonte: Portal da Saúde
15 de jan. de 2010
Pílula que constrói musculos e queima gordura
A revista científica Cell publicou um artigo de pesquisadores dos EUA que criaram possíveis pílulas que parecem ‘construtoras’ de músculos, que também aumentam o vigor e ainda queimam gordura.
Em testes, roedores puderam correr 44% mais longe sem treinamento, sugerindo que a pílula poderia fazer o mesmo com humanos.
Já existem exames para detectar os compostos no sangue ou urina de desportistas, para evitar o mau uso.
O professor Ronald Evans, do Howard Hughes Medical Institude, na Califórnia, disse que a droga poderá ajudar pessoas com perda muscular e ajudar a melhorar os benefícios do exercício para a saúde para pessoas em condições de risco de saúde como diabetes.
Resistência instantânea
Os compostos chamados de AICAR e GW1516 parecem ter efeito em um gene envolvido na construção e regulação muscular. Este “gene mestre” – PPAR-delta – tem a habilidade de controlar a atividade de muitos outros genes. Ajustá-lo poderia ter efeitos generalizados no funcionamento do corpo.
Ratos com esse gene alterado desenvolveram mais músculo e queimaram mais calorias da gordura do que do açúcar. Os roedores ‘maratonistas’ também puderam correr distâncias muito maiores em uma esteira.
O próximo passo seria produzir efeitos similares usando compostos químicos ao invés de alterações genéticas.
A primeira versão foi, a pílula GW1516, produziu efeitos de ‘queimar gorduras’, mas não melhorou o desempenho até que a equipe começou a treinar os ratos com sessões longas de esteira. Os ratos passaram a correr 77% mais tempo do que aqueles treinando sem a pílula.
A outra droga, chamada de AICAR, vai ainda mais longe ao atuar de uma maneira diferente nas mesmas células musculares. Desta vez os roedores não precisaram de treinamento para correr 44% mais longe nas suas esteiras, sem qualquer exercício anterior.
Resultados no exercício
Ambas as versões poderão ser usadas um dia em humanos, Segundo Ronald. Se você gosta de fazer exercícios, ótimo, mas se não gostar certamente vai adorar receber os mesmos benefícios em uma pílula, segundo ele.
O uso potencial mais importante é para portadores de diabetes, onde o exercício se provou benéfico.
“Quase ninguém faz os 40 minutos a uma hora de exercício diários”. Essa pílula poderia tornar a qualidade do pouco exercício que eles realizam mais eficaz.
Fontes: BBC News, WebMD
Em testes, roedores puderam correr 44% mais longe sem treinamento, sugerindo que a pílula poderia fazer o mesmo com humanos.
Já existem exames para detectar os compostos no sangue ou urina de desportistas, para evitar o mau uso.
O professor Ronald Evans, do Howard Hughes Medical Institude, na Califórnia, disse que a droga poderá ajudar pessoas com perda muscular e ajudar a melhorar os benefícios do exercício para a saúde para pessoas em condições de risco de saúde como diabetes.
Resistência instantânea
Os compostos chamados de AICAR e GW1516 parecem ter efeito em um gene envolvido na construção e regulação muscular. Este “gene mestre” – PPAR-delta – tem a habilidade de controlar a atividade de muitos outros genes. Ajustá-lo poderia ter efeitos generalizados no funcionamento do corpo.
Ratos com esse gene alterado desenvolveram mais músculo e queimaram mais calorias da gordura do que do açúcar. Os roedores ‘maratonistas’ também puderam correr distâncias muito maiores em uma esteira.
O próximo passo seria produzir efeitos similares usando compostos químicos ao invés de alterações genéticas.
A primeira versão foi, a pílula GW1516, produziu efeitos de ‘queimar gorduras’, mas não melhorou o desempenho até que a equipe começou a treinar os ratos com sessões longas de esteira. Os ratos passaram a correr 77% mais tempo do que aqueles treinando sem a pílula.
A outra droga, chamada de AICAR, vai ainda mais longe ao atuar de uma maneira diferente nas mesmas células musculares. Desta vez os roedores não precisaram de treinamento para correr 44% mais longe nas suas esteiras, sem qualquer exercício anterior.
Resultados no exercício
Ambas as versões poderão ser usadas um dia em humanos, Segundo Ronald. Se você gosta de fazer exercícios, ótimo, mas se não gostar certamente vai adorar receber os mesmos benefícios em uma pílula, segundo ele.
O uso potencial mais importante é para portadores de diabetes, onde o exercício se provou benéfico.
“Quase ninguém faz os 40 minutos a uma hora de exercício diários”. Essa pílula poderia tornar a qualidade do pouco exercício que eles realizam mais eficaz.
Fontes: BBC News, WebMD
14 de jan. de 2010
Identificando o Alzheimer
Quando anv pessoa começa a eelhecer, é comum esquecer alguns detalhes, nomes de pessoas e outras coisas. Se você começa a se questionar se pode ter a doença de Alzheimer até quando esquece onde deixou as chaves de casa, confira quando é preciso procurar o seu médico.
É fato que a doença começa com a dificuldade de lembrar de coisas familiares: pessoas, coisas, eventos conhecidos, ou até com dificuldade para fazer contas simples de cabeça. Como esses são sinais comuns do envelhecimento mesmo em pessoas saudáveis, é comum não se importar com esses sinais.
Com a progressão da doença, as pessoas esquecem as coisas mais simples, até como escovar os dentes, e podem chegar a um nível em que é necessário cuidados em tempo integral.
Entretanto, o momento de perguntar para seu médico sobre os seus lapsos de memória é uma coisa pessoal. Se você acha preocupante que não lembra certas coisas com o detalhamento que lembrava, faça testes para ver o que acontece: isso pode ser causado por vários motivos que não são neurológicos.
Os testes para Alzheimer incluem uma avaliação física, neurológica e psiquiátrica e um histórico médico sobre o uso de medicamentos, dieta e condições médicas do paciente. Também são realizados testes de memória, resolução de problemas lógicos e de linguagem (testes cognitivos).
O diagnóstico da doença em seus estágios iniciais tem benefícios: saber da condição com antecedência pode ajudar o paciente e sua família a planejar o futuro, enquanto a pessoa ainda pode participar nas decisões. Atualmente, pessoas nos estágios iniciais da doença podem receber medicamentos para impedir o rápido progresso da condição e dos sintomas da doença.
Até hoje não se sabe o que causa a doença de Alzheimer e não há tratamento definitivo, por isso, é importante se cuidar e realizar testes ao primeiro sinal de que há algo de errado.
Fonte Live Science.
É fato que a doença começa com a dificuldade de lembrar de coisas familiares: pessoas, coisas, eventos conhecidos, ou até com dificuldade para fazer contas simples de cabeça. Como esses são sinais comuns do envelhecimento mesmo em pessoas saudáveis, é comum não se importar com esses sinais.
Com a progressão da doença, as pessoas esquecem as coisas mais simples, até como escovar os dentes, e podem chegar a um nível em que é necessário cuidados em tempo integral.
Entretanto, o momento de perguntar para seu médico sobre os seus lapsos de memória é uma coisa pessoal. Se você acha preocupante que não lembra certas coisas com o detalhamento que lembrava, faça testes para ver o que acontece: isso pode ser causado por vários motivos que não são neurológicos.
Os testes para Alzheimer incluem uma avaliação física, neurológica e psiquiátrica e um histórico médico sobre o uso de medicamentos, dieta e condições médicas do paciente. Também são realizados testes de memória, resolução de problemas lógicos e de linguagem (testes cognitivos).
O diagnóstico da doença em seus estágios iniciais tem benefícios: saber da condição com antecedência pode ajudar o paciente e sua família a planejar o futuro, enquanto a pessoa ainda pode participar nas decisões. Atualmente, pessoas nos estágios iniciais da doença podem receber medicamentos para impedir o rápido progresso da condição e dos sintomas da doença.
Até hoje não se sabe o que causa a doença de Alzheimer e não há tratamento definitivo, por isso, é importante se cuidar e realizar testes ao primeiro sinal de que há algo de errado.
Fonte Live Science.
18 de dez. de 2009
Gordura da lipoaspiração vira células-tronco
Pesquisadores da Universidade de Standford conseguiram converter células de gordura em células-tronco - que podem regenerar qualquer tecido do organismo, e por isso são uma grande esperança da medicina. Quatro voluntários foram submetidos a uma lipo, e a gordura retirada deles exposta a um vírus geneticamente modificado - que carregava 4 genes humanos. O vírus injetou esses genes nas células de gordura - que se reporgramaram e viraram células-tronco. Agora os cientistas querem começar os tratamentos. "A gordura poderia ser usada para curar problemas cardíacos, por exemplo", diz o cirurgião Joseph Wu.
Fonte: Superinteressante 273 - 11/Dez 2009
Fonte: Superinteressante 273 - 11/Dez 2009
8 de dez. de 2009
Velhice começa aos 27 anos de idade
De acordo com cientistas, a velhice começa aos 27 anos, quando nossas capacidades mentais começam a definhar. O ponto mais alto de nossa habilidade mental é aos 22 anos. Então ela se mantém estável por cinco anos até começar a decair.
Para o professor condutor da pesquisa, Timothy Salthouse, os resultados indicam que os tratamentos desenvolvidos para controlar o envelhecimento mental devem ser iniciados muito antes, enquanto os sinais de esgotamento cognitivo ainda não estão tão visíveis.
“Os resultados mostraram que o início do declínio da capacidade cognitiva acontece entre os 20 e os 30 anos, mesmo em pessoas saudáveis” declara Salthouse.
O estudo contou com a ajuda de 2 mil voluntários, homens e mulheres, durante sete anos. As pessoas tinham entre 18 e 60 anos e deviam resolver quebra-cabeças, lembrar de histórias e de palavras e reconhecer padrões em números e em letras.
Testes similares são usados para diagnosticar outras dificuldades mentais, declínios ou doenças, incluindo a demência.
A pesquisa, que aconteceu na Universidade de Virginia, nos EUA, mostrou que nove a cada doze testes indicavam que o ápice da capacidade mental fora alcançada aos 22 anos.
A primeira idade, o marco, em que os “scores” começavam a baixar significativamente foi aos 27 anos.
No entanto, habilidades que exigem um conhecimento “cumulativo” provadas através de testes de vocabulário, ou então através de perguntas de conhecimento geral, mostraram-se crescentes até os 60 anos.
O número 27 é encarado por alguns como um marco negativo – claro, sem se basear em dados científicos – afinal, é a idade na qual muitos músicos famosos morreram. Dentre eles estão Jimi Hendrix, Jim Morrison, Brian Jones, Janis Joplin e Kurt Cobain.
Para o professor condutor da pesquisa, Timothy Salthouse, os resultados indicam que os tratamentos desenvolvidos para controlar o envelhecimento mental devem ser iniciados muito antes, enquanto os sinais de esgotamento cognitivo ainda não estão tão visíveis.
“Os resultados mostraram que o início do declínio da capacidade cognitiva acontece entre os 20 e os 30 anos, mesmo em pessoas saudáveis” declara Salthouse.
O estudo contou com a ajuda de 2 mil voluntários, homens e mulheres, durante sete anos. As pessoas tinham entre 18 e 60 anos e deviam resolver quebra-cabeças, lembrar de histórias e de palavras e reconhecer padrões em números e em letras.
Testes similares são usados para diagnosticar outras dificuldades mentais, declínios ou doenças, incluindo a demência.
A pesquisa, que aconteceu na Universidade de Virginia, nos EUA, mostrou que nove a cada doze testes indicavam que o ápice da capacidade mental fora alcançada aos 22 anos.
A primeira idade, o marco, em que os “scores” começavam a baixar significativamente foi aos 27 anos.
No entanto, habilidades que exigem um conhecimento “cumulativo” provadas através de testes de vocabulário, ou então através de perguntas de conhecimento geral, mostraram-se crescentes até os 60 anos.
O número 27 é encarado por alguns como um marco negativo – claro, sem se basear em dados científicos – afinal, é a idade na qual muitos músicos famosos morreram. Dentre eles estão Jimi Hendrix, Jim Morrison, Brian Jones, Janis Joplin e Kurt Cobain.
3 de dez. de 2009
Mulheres envelhecem como suas mães
“Se você quer saber como será sua esposa quando for idosa, então olhe sua sogra.” Agora, pesquisadores encontraram a verdade por trás do provérbio. Eles descobriram que os rostos das mães e das filhas se enrugam e se curvam no mesmo padrão que as mais velhas. A pesquisa foi realizada a partir da análise da pele e peles macias – em especial a que está em volta dos olhos – que mostraram o mesmo padrão de degeneração e perda de elasticidade. A semelhança se torna mais aparente quando a mulher alcança cerca de 30 anos, apresentaram os pesquisadores em uma conferência na Sociedade Americana de Cirurgia Plástica em Seattle, Washington.
A equipe liderada por Dr. Matthew Camp, da Loma Linda University Medical Center, na Califórnia, mediram a gama de envelhecimento a partir de 10 pares de mães e filhas parecidas com idades entre 15 e 90 anos.
Usando a imagem das faces feitas em uma tomografia e um computador 3D, os autores da pesquisa encontraram um padrão consistente de perda de curvatura e volume especificamente em torno dos cantos internos do olho e pálpebras mais baixas nas mães. Tanto as mães como as filhas perdiam a elasticidade e se degeneravam da mesma maneira.
A remoção das bolsas abaixo dos olhos e cirurgias de pálpebras são os procedimentos de cirurgia cosmética que mais crescem na Grã Bretanha, perdendo apenas para a cirurgia de seios.
Retirado de Telegraph.
A equipe liderada por Dr. Matthew Camp, da Loma Linda University Medical Center, na Califórnia, mediram a gama de envelhecimento a partir de 10 pares de mães e filhas parecidas com idades entre 15 e 90 anos.
Usando a imagem das faces feitas em uma tomografia e um computador 3D, os autores da pesquisa encontraram um padrão consistente de perda de curvatura e volume especificamente em torno dos cantos internos do olho e pálpebras mais baixas nas mães. Tanto as mães como as filhas perdiam a elasticidade e se degeneravam da mesma maneira.
A remoção das bolsas abaixo dos olhos e cirurgias de pálpebras são os procedimentos de cirurgia cosmética que mais crescem na Grã Bretanha, perdendo apenas para a cirurgia de seios.
Retirado de Telegraph.
1 de dez. de 2009
Chá de hortelã é eficiente como uma Aspirina, descobrem cientistas
A hortelã-brava já era receitada por curandeiros brasileiros há muito tempo, para curar gripes, dores de cabeça e de estomago e várias outras doenças, mas só agora cientistas passaram a ver os efeitos reais da Hyptis crenata. Uma equipe de pesquisadores da Universidade de Newcastle, na Inglaterra, provaram cientificamente que a crença na planta estava completamente correta.
Os pesquisadores viajaram ao Brasil para analisar exatamente como a planta é preparada e consumida tradicionalmente. O método mais comum é feito fervendo as folhas secas da planta durante 30 minutos, e esperar que o chá esfrie antes de bebê-lo.
O estudo mostrou que, quando a hortelã é tomada nas doses prescritas pelos curandeiros, ela é tão eficiente para aliviar a dor quanto um medicamento semelhante à aspirina, chamado de indometacina. Os pesquisadores planejam realizar testes clínicos para descobrir a eficácia do chá contra as dores.
Graciela Rocha, que participou do estudo, lembra que as plantas são buscadas como fonte para a cura de doenças desde os primeiros humanos, e que estimativas mostram que mais de 50 mil plantas são usadas em todo o mundo com propósitos medicinais.
“Além do uso tradicional, mais da metade dos medicamentos são baseados em moléculas encontradas naturalmente em plantas”, aponta. “O que fizemos foi pegar uma planta que é usada com segurança para tratar a dor e provamos cientificamente que ela funciona tão bem quanto algumas drogas sintéticas”, completa a pesquisadora.
Graciela, que é brasileira e lembra de ter recebido o chá para curar doenças durante a infância, afirma que o próximo passo do estudo é analisar como e por que a planta funciona. A pesquisadora lembra que a hortelã-brava tem um gosto mais parecido com a sálvia do que com qualquer outra planta da família da hortelã tradicional. “Não é tão bom, realmente, mas medicamentos não precisam ser gostosos, não é mesmo?”, questiona a pesquisadora.
Retirado de BBC.
Os pesquisadores viajaram ao Brasil para analisar exatamente como a planta é preparada e consumida tradicionalmente. O método mais comum é feito fervendo as folhas secas da planta durante 30 minutos, e esperar que o chá esfrie antes de bebê-lo.
O estudo mostrou que, quando a hortelã é tomada nas doses prescritas pelos curandeiros, ela é tão eficiente para aliviar a dor quanto um medicamento semelhante à aspirina, chamado de indometacina. Os pesquisadores planejam realizar testes clínicos para descobrir a eficácia do chá contra as dores.
Graciela Rocha, que participou do estudo, lembra que as plantas são buscadas como fonte para a cura de doenças desde os primeiros humanos, e que estimativas mostram que mais de 50 mil plantas são usadas em todo o mundo com propósitos medicinais.
“Além do uso tradicional, mais da metade dos medicamentos são baseados em moléculas encontradas naturalmente em plantas”, aponta. “O que fizemos foi pegar uma planta que é usada com segurança para tratar a dor e provamos cientificamente que ela funciona tão bem quanto algumas drogas sintéticas”, completa a pesquisadora.
Graciela, que é brasileira e lembra de ter recebido o chá para curar doenças durante a infância, afirma que o próximo passo do estudo é analisar como e por que a planta funciona. A pesquisadora lembra que a hortelã-brava tem um gosto mais parecido com a sálvia do que com qualquer outra planta da família da hortelã tradicional. “Não é tão bom, realmente, mas medicamentos não precisam ser gostosos, não é mesmo?”, questiona a pesquisadora.
Retirado de BBC.
Depois de 23 anos médico descobre que paciente não estava em coma
A história do estudante de engenharia belga que sofreu um acidente de carro em 1983, quando tinha apenas 20 anos, se tornou pública esta semana. Após do acidente, Rom Houben foi considerado como uma vítima de lesões que o deixaram em estado vegetativo durante todo este tempo. O teste mais comum para pacientes em coma é a escala de coma de Glasgow, em que médicos analisam as respostas motoras e verbais e as reações dos olhos a estímulos.
A escala mostrou que Houben estava em coma, mas exames de escaneamento do cérebro recentemente provaram que Houben estava consciente, com o corpo completamente paralisado. “Eu gritava, mas ninguém escutava”, afirma Houben. Há três anos, o neurologista Steven Laureys utilizou técnicas modernas para analisar o cérebro do paciente, e observou que o córtex cerebral de Houben estava, na realidade, funcionando normalmente.
Desde a descoberta, Houben se comunica através de um computador com um teclado especial, ativado com movimentos leves da sua mão direita. Hoje com mais de 40 anos, ele passou mais da metade da sua vida preso dentro do seu próprio corpo, e afirma, em entrevista, que só sobreviveu à sua dolorosa experiência sonhando: “As enfermeiras vinham, me afagavam e diziam ‘sem esperança’… Eu meditava, sonhava sobre tudo, era o que eu podia fazer”, diz. Houben afirma que não quer culpar ninguém sobre o que aconteceu com ele, pois isso não faria bem a ninguém. “Eu devo a minha vida à minha família, todos os outros desistiram de mim”, afirma.
De acordo com Laureys, o caso de Houben pode ser bem mais comum do que se acredita: o médico, que faz parte de um grupo de estudos sobre o coma na Universidade de Liege, na Bélgica, diz que os médicos que Houben não agiram bem, mas que não duvida que médicos melhores, utilizando a mesma escala de coma, também não teriam notado a atividade cerebral do jovem.
Somente na Alemanha, 100 mil pessoas sofrem anualmente de danos severos no cérebro. Cerca de 20 mil pessoas ficam em coma durante três semanas ou mais – algumas morrem, outras voltam à vida normal. Entretanto, cerca de 3 a 5 mil pessoas ficam, todo ano, presas em um estágio intermediário, vivendo presas a uma cama de hospital, em estado vegetativo.
No estudo publicado por Laureys, o médico afirma que cerca de 40% dos diagnósticos de pessoas em estágio vegetativo podem ser mudados com técnicas de exploração por imagens do cérebro, que revelam diferentes níveis de consciência. O estudioso está atualmente tentando aumentar a conscientização sobre as falhas da escala de Glasgow, para que os médicos confiem mais em técnicas de análise visual do cérebro para decretar o estado vegetativo.
Retirado de Gizmodo.
A escala mostrou que Houben estava em coma, mas exames de escaneamento do cérebro recentemente provaram que Houben estava consciente, com o corpo completamente paralisado. “Eu gritava, mas ninguém escutava”, afirma Houben. Há três anos, o neurologista Steven Laureys utilizou técnicas modernas para analisar o cérebro do paciente, e observou que o córtex cerebral de Houben estava, na realidade, funcionando normalmente.
Desde a descoberta, Houben se comunica através de um computador com um teclado especial, ativado com movimentos leves da sua mão direita. Hoje com mais de 40 anos, ele passou mais da metade da sua vida preso dentro do seu próprio corpo, e afirma, em entrevista, que só sobreviveu à sua dolorosa experiência sonhando: “As enfermeiras vinham, me afagavam e diziam ‘sem esperança’… Eu meditava, sonhava sobre tudo, era o que eu podia fazer”, diz. Houben afirma que não quer culpar ninguém sobre o que aconteceu com ele, pois isso não faria bem a ninguém. “Eu devo a minha vida à minha família, todos os outros desistiram de mim”, afirma.
De acordo com Laureys, o caso de Houben pode ser bem mais comum do que se acredita: o médico, que faz parte de um grupo de estudos sobre o coma na Universidade de Liege, na Bélgica, diz que os médicos que Houben não agiram bem, mas que não duvida que médicos melhores, utilizando a mesma escala de coma, também não teriam notado a atividade cerebral do jovem.
Somente na Alemanha, 100 mil pessoas sofrem anualmente de danos severos no cérebro. Cerca de 20 mil pessoas ficam em coma durante três semanas ou mais – algumas morrem, outras voltam à vida normal. Entretanto, cerca de 3 a 5 mil pessoas ficam, todo ano, presas em um estágio intermediário, vivendo presas a uma cama de hospital, em estado vegetativo.
No estudo publicado por Laureys, o médico afirma que cerca de 40% dos diagnósticos de pessoas em estágio vegetativo podem ser mudados com técnicas de exploração por imagens do cérebro, que revelam diferentes níveis de consciência. O estudioso está atualmente tentando aumentar a conscientização sobre as falhas da escala de Glasgow, para que os médicos confiem mais em técnicas de análise visual do cérebro para decretar o estado vegetativo.
Retirado de Gizmodo.
18 de nov. de 2009
Tesofensina: Remédio para emagrecer dobra a perda de peso dos outros remédios
Todos aqueles que têm uns quilinhos a mais querem emagrecer rápido e muitos pensam que a solução pode estar em um remédio para emagrecer. Bem, eles podem estar certos, pois um novo estudo mostrou que um medicamento chamado tesofensina, usado para tratar doenças neurológicas, tem o dobro da eficiência do que qualquer outro remédio de emagrecer.
Voluntários obesos receberam o remédio para emagrecer tesofensina (tesofensine em inglês) diariamente durante 24 semanas e conseguiram perder 13 Kg, aproximadamente. É o dobro do peso perdido por medicamentos como sibutramina e rimonabant, de acordo com especialistas.
Enquanto o medicamento tesofensina estava sendo testado para doenças como Mal de Parkinson e Alzheimer os cientistas observaram que os pacientes estavam perdendo peso. Mais tarde descobriram que ele é um supressor do apetite que age nos sinais neurológicos do cérebro.
Para o estudo da tesofensina como um remédio para emagrecer foram utilizados 161 pessoas obesas que pesavam cerca de 100 kg. Para um grupo foi prescrito o medicamento para emagrecer e o outro grupo recebeu um placebo inativo.
Este é, ao menos, o dobro do peso perdido por pacientes nos estudos de remédios de emagrecer como Reductil e Acomplia, escreveram os pesquisadores em uma edição online da revista científica The Lancet. A tesofensina foi três vezes mais potente do que o remédio para emagrecer chamado orlistat.
Os autores da Universidade de Copenhagen concluíram que “esta fase 2 do estudo mostrou que a tesofensina é muito eficaz para produzir perda de peso em pacientes em seis meses”.
Estudos anteriores mostraram que no mesmo período o orlistat ajudou pacientes obesos a perder 3 kg a sibutraminha a perder 4 kg e o rimonabant a perder 5 kg.
No entanto a tesofensina tem efeitos colaterais quando tomada em doses de 1 miligrama como boca seca, constipação, movimentos irregulares do intestino e insônia. Por esta razão a dose segura foi considerada de 0,5 miligramas que levou os pacientes à perder 11 kg.
Retirado de TPA.
Voluntários obesos receberam o remédio para emagrecer tesofensina (tesofensine em inglês) diariamente durante 24 semanas e conseguiram perder 13 Kg, aproximadamente. É o dobro do peso perdido por medicamentos como sibutramina e rimonabant, de acordo com especialistas.
Enquanto o medicamento tesofensina estava sendo testado para doenças como Mal de Parkinson e Alzheimer os cientistas observaram que os pacientes estavam perdendo peso. Mais tarde descobriram que ele é um supressor do apetite que age nos sinais neurológicos do cérebro.
Para o estudo da tesofensina como um remédio para emagrecer foram utilizados 161 pessoas obesas que pesavam cerca de 100 kg. Para um grupo foi prescrito o medicamento para emagrecer e o outro grupo recebeu um placebo inativo.
Este é, ao menos, o dobro do peso perdido por pacientes nos estudos de remédios de emagrecer como Reductil e Acomplia, escreveram os pesquisadores em uma edição online da revista científica The Lancet. A tesofensina foi três vezes mais potente do que o remédio para emagrecer chamado orlistat.
Os autores da Universidade de Copenhagen concluíram que “esta fase 2 do estudo mostrou que a tesofensina é muito eficaz para produzir perda de peso em pacientes em seis meses”.
Estudos anteriores mostraram que no mesmo período o orlistat ajudou pacientes obesos a perder 3 kg a sibutraminha a perder 4 kg e o rimonabant a perder 5 kg.
No entanto a tesofensina tem efeitos colaterais quando tomada em doses de 1 miligrama como boca seca, constipação, movimentos irregulares do intestino e insônia. Por esta razão a dose segura foi considerada de 0,5 miligramas que levou os pacientes à perder 11 kg.
Retirado de TPA.
17 de nov. de 2009
Menino curado de epilepsia vive hoje com apenas meio cérebro
Você ja imaginou viver com apenas a metade do cérebro? Tyler, de apenas 5 anos foi diagnosticado com epilepsia com apenas 3 semanas de vida. Com 1 ano e 3 meses ele passou por uma cirurgia chamada hemisferectomia, que consiste em retirar a metade do cerebro afetada pela epilepsia. Como a cirurgia foi realizada precocemente, o outro hemisfério do cérebro de Tyler recuperou as funções do outro hemisfério. O desenvolvimento motor só é delimitado após o segundo ano de vida, se esse espaço do cérebro for retirado antes, a outra parte assume a função. O neurologista e cirurgião Arthur Cukiert trabalha no Hospital Brigadeiro, onde já foram feitas 57 cirurgias deste tipo, "O paciente mais novo tinha apenas 1,8 quilos, aos dois meses de vida", diz o especialista.
Atualmente a medicina trabalha com a hipótese de fazer a hemisferectomia em adultos, embora deixe sequelas, é possivel sobreviver.
Atualmente a medicina trabalha com a hipótese de fazer a hemisferectomia em adultos, embora deixe sequelas, é possivel sobreviver.
12 de nov. de 2009
Novo dispositivo estilo Star Trek poderá curar câncer
A incrível criação, fruto do trabalho de várias equipes de pesquisadores britânicos, utiliza partículas microscópicas de ferro para aquecer e destruir tumores. O nano-imã poderá começar a ser testado em pacientes dentro de três anos, e é uma boa notícia para pacientes que não têm resultados com o tratamento tradicional.
Além disso, os cientistas criadores do tratamento acreditam que ele poderá ter um bom custo-benefício.
A técnica basicamente “cozinha” as células cancerosas com um dispositivo que aplica um campo magnético em nanopartículas de ferro que são inseridas no tumor. Aquecer as células em apenas seis graus é suficiente para fazer com que elas entrem em choque e morram.
O melhor do tratamento em nanoescala é que ele não prejudica tecidos próximos nem células normais. O tratamento semanal com esta técnica deve ter uma duração de meia hora.
Uma das técnicas abordadas para a inserção do ferro nos tumores utiliza células-tronco ósseas, que podem ser facilmente identificadas em exames de ressonância magnética. Isso permite que os médicos mapeiem exatamente onde estão as nanopartículas e o câncer. As células-tronco têm uma conexão ainda não explicada por especialistas com as células cancerosas. Quando são inseridas na corrente sanguínea, rapidamente se ligam com os tumores.
De acordo com Quentin Pankhurst, professor de física da Universidade College de Londres, uma vez que as partículas de ferro estejam nas células cancerosas, o tratamento pode ser repetido várias vezes. Além disso, o ferro é geralmente não-tóxico e tem um papel importante em processos naturais do corpo.
Os testes com ratos mostraram que o tratamento foi eficiente na eliminação do crescimento de câncer de pulmão em 40% dos casos.
Artigo oficial de Telegraph. Retirado de HypeScience.
Além disso, os cientistas criadores do tratamento acreditam que ele poderá ter um bom custo-benefício.
A técnica basicamente “cozinha” as células cancerosas com um dispositivo que aplica um campo magnético em nanopartículas de ferro que são inseridas no tumor. Aquecer as células em apenas seis graus é suficiente para fazer com que elas entrem em choque e morram.
O melhor do tratamento em nanoescala é que ele não prejudica tecidos próximos nem células normais. O tratamento semanal com esta técnica deve ter uma duração de meia hora.
Uma das técnicas abordadas para a inserção do ferro nos tumores utiliza células-tronco ósseas, que podem ser facilmente identificadas em exames de ressonância magnética. Isso permite que os médicos mapeiem exatamente onde estão as nanopartículas e o câncer. As células-tronco têm uma conexão ainda não explicada por especialistas com as células cancerosas. Quando são inseridas na corrente sanguínea, rapidamente se ligam com os tumores.
De acordo com Quentin Pankhurst, professor de física da Universidade College de Londres, uma vez que as partículas de ferro estejam nas células cancerosas, o tratamento pode ser repetido várias vezes. Além disso, o ferro é geralmente não-tóxico e tem um papel importante em processos naturais do corpo.
Os testes com ratos mostraram que o tratamento foi eficiente na eliminação do crescimento de câncer de pulmão em 40% dos casos.
Artigo oficial de Telegraph. Retirado de HypeScience.
Verdadeiro Tricorder de Star Trek é criado
Telefones celulares acoplados a equipamentos de escaneamento médico estão se mostrando uma solução muito similar aos equipamentos da série ficcional Star Trek.
Equipamentos de escaneamento médico conectados em celulares comuns permitirão que o diagnóstico vá audaciosamente onde ninguém jamais esteve, para ajudar os quase três quartos da população mundial que não tem acesso a raios X e outros equipamentos de diagnóstico por imagem.
Eles também poderiam ser utilizados em ambulâncias, clínicas rurais, etc., disse o Dr. Boris Rubinsky professor de bioengenharia da Universidade da Califórnia, nos EUA.
Equipamentos de escaneamento médicos são a combinação volumosa de processador, monitor e escâneres. Boris descobriu que a parte mais complicada desses aparelhos, os poderosos processadores computadorizados, poderia ficar em áreas remotas num um local centralizado.
Em seguida os pesquisadores criaram separadamente escaneadores portáteis que são conectados aos telefones celulares pela porta USB e transmitem os dados brutos do escaneamento para a central de processamento. Lá as imagens são criadas e transmitidas novamente para a tela do celular.
Abordagem barata
A configuração surpreendentemente simples foi descrita na última edição da revista científica PLoS ONE.
O novo esquema poderia reduzir drasticamente os custos do diagnóstico por imagens, pois uma central de processamento poderia servir diversos escâneres.
E há a vantagem de que, contanto que haja sinal de celular, será possível fazer o exame em qualquer lugar, por mais remoto que seja.
A configuração foi testada em um recipiente cheio de gel que simulava tecido da mama afetado por um tumor. A imagem foi enviada para a central de processamento e o tumor pôde ser visto claramente na tela.
Simples e flexível
O dispositivo pode ser utilizado com qualquer telefone celular que envie fotos e vídeos.
Futuramente poderá ser acoplado na configuração um aparelho de ultra-som, que custa apenas cerca de mil dólares enquanto os aparelhos completos custam 70 mil. Segundo os cientistas isso permitira levar equipamentos de diagnóstico de imagens para todo o mundo.
Médicos em áreas remotas, como as rurais, por exemplo, poderiam tratar seus pacientes mais adequadamente ao diagnosticá-los no local com mais precisão. Milhões de pessoas poderiam se beneficiar porque o equipamento não possuirá custo alto para ser mantido.
Se você sofre um acidente de trânsito, por exemplo, os socorristas poderiam colocar um boné com sensores na sua cabeça e, mesmo antes da ambulância chegar ao hospital, os médicos já saberiam se você tem uma hemorragia cerebral, afirmam os pesquisadores.
Artigo de Live Science. Retirado de HypeScience.
Equipamentos de escaneamento médico conectados em celulares comuns permitirão que o diagnóstico vá audaciosamente onde ninguém jamais esteve, para ajudar os quase três quartos da população mundial que não tem acesso a raios X e outros equipamentos de diagnóstico por imagem.
Eles também poderiam ser utilizados em ambulâncias, clínicas rurais, etc., disse o Dr. Boris Rubinsky professor de bioengenharia da Universidade da Califórnia, nos EUA.
Equipamentos de escaneamento médicos são a combinação volumosa de processador, monitor e escâneres. Boris descobriu que a parte mais complicada desses aparelhos, os poderosos processadores computadorizados, poderia ficar em áreas remotas num um local centralizado.
Em seguida os pesquisadores criaram separadamente escaneadores portáteis que são conectados aos telefones celulares pela porta USB e transmitem os dados brutos do escaneamento para a central de processamento. Lá as imagens são criadas e transmitidas novamente para a tela do celular.
Abordagem barata
A configuração surpreendentemente simples foi descrita na última edição da revista científica PLoS ONE.
O novo esquema poderia reduzir drasticamente os custos do diagnóstico por imagens, pois uma central de processamento poderia servir diversos escâneres.
E há a vantagem de que, contanto que haja sinal de celular, será possível fazer o exame em qualquer lugar, por mais remoto que seja.
A configuração foi testada em um recipiente cheio de gel que simulava tecido da mama afetado por um tumor. A imagem foi enviada para a central de processamento e o tumor pôde ser visto claramente na tela.
Simples e flexível
O dispositivo pode ser utilizado com qualquer telefone celular que envie fotos e vídeos.
Futuramente poderá ser acoplado na configuração um aparelho de ultra-som, que custa apenas cerca de mil dólares enquanto os aparelhos completos custam 70 mil. Segundo os cientistas isso permitira levar equipamentos de diagnóstico de imagens para todo o mundo.
Médicos em áreas remotas, como as rurais, por exemplo, poderiam tratar seus pacientes mais adequadamente ao diagnosticá-los no local com mais precisão. Milhões de pessoas poderiam se beneficiar porque o equipamento não possuirá custo alto para ser mantido.
Se você sofre um acidente de trânsito, por exemplo, os socorristas poderiam colocar um boné com sensores na sua cabeça e, mesmo antes da ambulância chegar ao hospital, os médicos já saberiam se você tem uma hemorragia cerebral, afirmam os pesquisadores.
Artigo de Live Science. Retirado de HypeScience.
Nanotecnologia destrói câncer em ratos, sem efeitos colaterais
Primeiro de cinco posts sobre Câncer, irei postar três hoje e dois amanha.
Comentem.
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De acordo com o pesquisadore dos Estados Unidos, uma pequena partícula sintética carregada de toxinas trabalha tão bem quanto uma quimioterapia para matar células cancerígenas no ovário de ratos, e sem os efeitos terríveis de uma quimioterapia tradicional.
Segundo eles, o tratamento que invoca o uso da nanotecnologia para libertar o material genético dentro das células, pode ser pronto para testes clínicos humanos em menos de um ano.
Para Dan Anderson do Instituto Tecnológico de Massachusetts, que trabalha em um estudo publicado na revista Câncer Research, o DNA foi distribuído para que a células morressem, mas foi apenas direcionado em células do ovário.
Se funcionar, a tecnologia oferece a promessa de um novo tratamento para o câncer no ovário, que mata 15,000 mulheres por ano nos Estados Unidos. O estudo destaca o potencial da nanotecnologia – desenhado e manipulado por partículas pequenas sintéticas – como uma forma não viral de alcançar o DNA em direção das células.
A solução para o grupo de estudo foi a criação de um “vírus artificial” – um polímero biodegradável que alcança o interior da célula e é absorvido pelo corpo, muito parecido com a forma de suturas biodegradáveis. Anderson, que trabalhou com o grupo do Instituto Lankenau na Pensilvânia, acredita que existem diversas vantagens nesse processo, em particular a segurança. “Neste caso, nós mostramos que tem potencial como terapêutica para o câncer de ovário”, completa.
O grupo testou diferentes componentes até encontrar um polímero biodegradável que fosse um veículo apropriado para a distribuição. Para formar a nanopartícula, os polímeros foram misturados com um gene que produz uma forma modificada da toxina difteria que é nocivo para as células cancerígenas do ovário. “Essas partículas são desenvolvidas para serem ingeridas pelas células e o DNA possa ser liberado dentro dos núcleos, onde precisa ser trabalhado”, explica Anderson.
Quando eles injetaram o tratamento dentro da cavidade abdominal dos animais com câncer no ovário, o resultado foi tão bom ou até melhor do que a quimioterapia tradicional que é uma combinação de cisplatina e placlitaxel, que causa danos no DNA e tem diversos efeitos colaterais. “Nós achamos que é eficaz e também seguro”.
O grupo de Anderson fará vários testes, melhorará os processos manunfaturados e procurará um parceiro conveniente para começar o estudo no tratamento em pessoas. Anderson diz que o estudo do câncer no ovário é apenas uma demonstração do potencial da utilização da terapia com nanopartículas de genes não virais. O grupo ainda planeja estudar a distribuição da nanopartículas nas toxinas de genes do câncer de cérebro, pulmão e fígado.
O laboratório também se uniu com a firma de biotecnologia Alnylam Pharmaceuticals Inc para estudar o uso das nanopartículas a fim de conduzir tratamentos no novo campo da terapia genética conhecida como intervenção de RNA, que pode silenciar as atividades do gene.
Artigo retirado de HypeScience.
Comentem.
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De acordo com o pesquisadore dos Estados Unidos, uma pequena partícula sintética carregada de toxinas trabalha tão bem quanto uma quimioterapia para matar células cancerígenas no ovário de ratos, e sem os efeitos terríveis de uma quimioterapia tradicional.
Segundo eles, o tratamento que invoca o uso da nanotecnologia para libertar o material genético dentro das células, pode ser pronto para testes clínicos humanos em menos de um ano.
Para Dan Anderson do Instituto Tecnológico de Massachusetts, que trabalha em um estudo publicado na revista Câncer Research, o DNA foi distribuído para que a células morressem, mas foi apenas direcionado em células do ovário.
Se funcionar, a tecnologia oferece a promessa de um novo tratamento para o câncer no ovário, que mata 15,000 mulheres por ano nos Estados Unidos. O estudo destaca o potencial da nanotecnologia – desenhado e manipulado por partículas pequenas sintéticas – como uma forma não viral de alcançar o DNA em direção das células.
A solução para o grupo de estudo foi a criação de um “vírus artificial” – um polímero biodegradável que alcança o interior da célula e é absorvido pelo corpo, muito parecido com a forma de suturas biodegradáveis. Anderson, que trabalhou com o grupo do Instituto Lankenau na Pensilvânia, acredita que existem diversas vantagens nesse processo, em particular a segurança. “Neste caso, nós mostramos que tem potencial como terapêutica para o câncer de ovário”, completa.
O grupo testou diferentes componentes até encontrar um polímero biodegradável que fosse um veículo apropriado para a distribuição. Para formar a nanopartícula, os polímeros foram misturados com um gene que produz uma forma modificada da toxina difteria que é nocivo para as células cancerígenas do ovário. “Essas partículas são desenvolvidas para serem ingeridas pelas células e o DNA possa ser liberado dentro dos núcleos, onde precisa ser trabalhado”, explica Anderson.
Quando eles injetaram o tratamento dentro da cavidade abdominal dos animais com câncer no ovário, o resultado foi tão bom ou até melhor do que a quimioterapia tradicional que é uma combinação de cisplatina e placlitaxel, que causa danos no DNA e tem diversos efeitos colaterais. “Nós achamos que é eficaz e também seguro”.
O grupo de Anderson fará vários testes, melhorará os processos manunfaturados e procurará um parceiro conveniente para começar o estudo no tratamento em pessoas. Anderson diz que o estudo do câncer no ovário é apenas uma demonstração do potencial da utilização da terapia com nanopartículas de genes não virais. O grupo ainda planeja estudar a distribuição da nanopartículas nas toxinas de genes do câncer de cérebro, pulmão e fígado.
O laboratório também se uniu com a firma de biotecnologia Alnylam Pharmaceuticals Inc para estudar o uso das nanopartículas a fim de conduzir tratamentos no novo campo da terapia genética conhecida como intervenção de RNA, que pode silenciar as atividades do gene.
Artigo retirado de HypeScience.
2 de nov. de 2009
Pílulas de inteligência
Adderall (Mix de anfetaminas)
Uso original: Tratar déficit de atenção (DDA)
Efeitos colaterais: problemas cardíacos, vício.
Efeito positivo: Concentração aguçada.
Aniracetam
Uso original: tratar Alzheimer.
Efeitos colaterais: ansiedade, insônia.
Efeito positivo: Memória aguçada.
Donepezil
Uso original: tratar Alzheimer.
Efeitos colaterais: náuseas, diarréia.
Efeito positivo: Memória aguçada.
Fluoxetina (Prozac)
Uso original: tratar depressão.
Efeitos colaterais: ansiedade, suicídio.
Efeito positivo: Facilidade no aprendizado.
Metilfenidato (Ritalin)
Uso original: tratar DDA.
Efeitos colaterais: convulsões, psicose.
Efeito positivo: Concentração aguçada.
Modafinil
Uso original: tratar narcolepsia.
Efeitos colaterais: doenças de pele.
Efeito positivo: Memória aguçada.
Piracetam
Uso original: tratar convulsões.
Efeitos colaterais: ansiedade, tremores.
Efeito positivo: Facilidade no aprendizado.
Selegilina
Uso original: tratar Parkinson.
Efeitos colaterais: dor de cabeça, diarréia.
Efeito positivo: Memória aguçada.
Vasopressina
Uso original: tratar diabetes.
Efeitos colaterais: náuseas, coma.
Efeito positivo: Facilidade no aprendizado.
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